Ibama fecha último criadouro comercial de macacos-prego do Brasil após maus-tratos; veja vídeo

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Ibama, fechou o último criadouro comercial de macacos-prego em funcionamento no Brasil após constatar graves maus-tratos contra os animais. O estabelecimento operava em Xanxerê, em Santa Catarina, e, segundo o órgão ambiental, mantinha os primatas em condições inadequadas de confinamento e sem estrutura mínima de bem-estar. Além disso, a operação resultou no resgate de 26 macacos-prego que permaneciam no local.

Reprodução: G1

Fiscalização identifica cenário degradante no criadouro

De acordo com o Ibama, os animais viviam em pequenas gaiolas e não possuíam espaço suficiente para realizar movimentos básicos. Além disso, os fiscais encontraram um ambiente incompatível com as necessidades naturais da espécie e identificaram sinais de estresse crônico, privação de luz solar, desnutrição funcional e separação precoce de filhotes. Como resultado, o órgão classificou a situação como grave violação às normas brasileiras de proteção animal.

Primatas seguem para centros de reabilitação especializados

Após o resgate, equipes encaminharam os macacos-prego para instituições especializadas em reabilitação física e comportamental. Nessas unidades, os animais passarão por avaliação veterinária, acompanhamento técnico e adaptação gradual a recintos adequados. Enquanto isso, o Ibama trata o encerramento definitivo do criadouro como marco relevante para a proteção da fauna silvestre brasileira e para o combate a práticas irregulares no manejo de animais exóticos e silvestres.

Perguntas e respostas:

Por que o Ibama fechou o último criadouro de macacos-prego do Brasil?

O órgão fechou o local após identificar graves maus-tratos aos animais.

Onde funcionava o último criadouro comercial de macacos-prego do país?

O estabelecimento operava em Xanxerê, no estado de Santa Catarina.

Onde estão os macacos-prego resgatados foram levados?

Estão em centros especializados em reabilitação animal.

Isabelli Pereira Pinheiro

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