Alerta sísmico paralisa pronunciamento oficial
O alerta de terremoto emitido no México nesta sexta-feira (2/1) interrompeu um discurso da presidente Claudia Sheinbaum acompanhado pela mídia. Assim que o sistema de alerta soou, a chefe do Executivo suspendeu a fala e deixou o local, seguindo os protocolos de segurança. O tremor, que atingiu magnitude 6,5 na escala Richter, provocou medo entre moradores e autoridades.
O fenômeno atingiu diversas regiões do país e foi sentido com intensidade na Cidade do México. A movimentação repentina reforçou a lembrança de eventos sísmicos anteriores e gerou apreensão entre a população.
Tremores assustam moradores e circulam nas redes
O Serviço Sismológico Nacional do México informou que os abalos começaram por volta das 9h, no horário local. Moradores da capital registraram o momento e compartilharam vídeos nas redes sociais. As imagens mostram prédios balançando, luminárias oscilando e móveis se deslocando dentro das residências.
A população reagiu rapidamente, deixando imóveis e buscando áreas abertas. O alerta sísmico cumpriu seu papel ao avisar os moradores com antecedência, permitindo evacuação imediata em várias regiões da cidade. Especialistas destacam que o sistema mexicano é um dos mais avançados da América Latina.
Presidente afirma não haver danos na capital
Após o tremor, Claudia Sheinbaum voltou a se pronunciar e informou que, até aquele momento, não havia registro de danos estruturais na Cidade do México. A presidente afirmou que as autoridades seguiram monitorando a situação e mantiveram equipes de emergência em alerta.
Órgãos de proteção civil realizaram vistorias preventivas em áreas estratégicas, enquanto o governo reforçou orientações de segurança à população. O episódio evidenciou a vulnerabilidade sísmica do país e a importância de protocolos eficientes para reduzir riscos e evitar tragédias.
Perguntas e respostas rápidas:
Qual foi a magnitude do terremoto?
6,5 na escala Richter.
Onde o tremor foi sentido com força?
Na Cidade do México.
Houve registro de danos até o momento?
Não, segundo a presidente Claudia Sheinbaum.







