“Nossa briga não é com o Choque”: líder da Gaviões convoca protesto pacífico e critica diretoria do Corinthians; Veja vídeo

Perrengue Mato Grosso

Durante o protesto organizado pela torcida do Corinthians nesta quinta-feira (25), o presidente da Gaviões da Fiel, Alê Oz, fez um apelo direto aos torcedores para que respeitassem o isolamento policial determinado pelo Batalhão de Choque. Segundo ele, o objetivo da manifestação não era enfrentar a polícia, mas sim cobrar a diretoria do clube, que, segundo suas palavras, “acabou com a nossa história”.

A declaração foi feita pouco antes do início do ato, que reuniu centenas de corintianos em frente ao Parque São Jorge. Com ânimos exaltados após uma sequência de más gestões e crises dentro e fora de campo, os torcedores reivindicam mais transparência, responsabilidade financeira e respeito à tradição do clube.

Gaviões aponta abandono e exige mudanças na administração

Em faixas, cartazes e discursos, os manifestantes criticaram fortemente os atuais dirigentes, citando casos recentes de desorganização, negociações mal explicadas e o desempenho ruim da equipe em campo. A Gaviões, maior torcida organizada do Corinthians, vem se posicionando de forma cada vez mais incisiva contra a administração, e Alê Oz tem sido uma das vozes mais ativas nesse processo.

“O Corinthians que a gente ama não pode ser entregue à vaidade e à incompetência de meia dúzia”, disse o presidente da torcida, que também prometeu novos atos caso não haja mudanças. Apesar do tom duro, Alê reforçou a importância da ordem: “A rua é nossa, mas a razão também tem que ser”.

Clima tenso, mas sem confrontos com a polícia

Apesar da tensão natural de um protesto com grande presença popular, não foram registradas ocorrências graves. A Polícia Militar manteve um cerco ao redor do estádio para evitar invasões ou confrontos, mas não houve necessidade de intervenção direta. O pedido da Gaviões para que os torcedores respeitassem o isolamento foi, em grande parte, atendido.

Nas redes sociais, o ato ganhou repercussão nacional e gerou debate sobre o papel da torcida organizada como força política dentro dos clubes. Enquanto uns criticam a influência dos grupos, outros enxergam nas manifestações uma resposta legítima ao descontentamento da arquibancada.

Perguntas e respostas

Por que a Gaviões protestou contra a diretoria do Corinthians?
A torcida cobra mudanças diante da má gestão e da queda de desempenho do time.

Houve confronto com a polícia durante o protesto?
Não. O presidente da Gaviões pediu respeito ao isolamento do Batalhão de Choque.

O que a torcida pede com mais urgência?
Transparência, responsabilidade e respeito à história do clube.

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