Uma cena de violência chocou a comunidade escolar da Escola Estadual Jaci Abércio Viana, em Aparecida de Goiânia, na última semana, quando uma mulher invadiu a unidade escolar, agrediu a mãe de uma aluna e gerou grande tumulto entre os envolvidos. O caso, que acabou sendo registrado em vídeo, provocou a prisão do casal envolvido, mas gerou questionamentos sobre a legalidade da prisão e a repercussão do incidente.
Veja vídeo:
O ataque dentro da escola
As imagens, que rapidamente viralizaram nas redes sociais, mostram a mulher, vestindo blusa vermelha e bermuda, pulando o muro da escola e puxando a mãe de uma aluna pelos cabelos. Após arrastá-la para fora da unidade, ela desferiu socos no rosto da vítima, que, devido aos ferimentos, precisou de atendimento médico. O marido da agressora chegou ao local pouco depois e acompanhou a esposa durante a confusão.
Motivo da briga e envolvimento do casal
A Polícia Militar informou que a briga começou após uma discussão entre as filhas das duas mulheres. O casal acabou sendo detido, mas a defesa alegou que a prisão em flagrante foi ilegal, e, após audiência de custódia, o casal foi liberado. A defesa também afirmou que apresentará provas para contestar a versão do boletim de ocorrência. O casal pode responder por lesão corporal, invasão de propriedade pública e ameaça, enquanto a vítima segue se recuperando dos ferimentos.
A resposta da escola e da Secretaria de Educação
A Secretaria Estadual de Educação se pronunciou sobre o incidente, destacando que a mãe da aluna estava na escola para tratar de assuntos pedagógicos. Quando ela acabou sendo cercada por pessoas que pularam o muro e ameaçaram funcionários. A direção da escola acionou a Polícia Militar e informou que serão realizados trabalhos de conscientização e reuniões com as famílias envolvidas para evitar novos conflitos.
Perguntas frequentes:
A briga começou após uma discussão entre as filhas das duas mulheres.
Sim, mas a defesa alegou que a prisão era legal e o casal acabou sendo liberado após audiência de custódia.
A escola acionou a Polícia Militar e realizará ações de conscientização, além de reuniões com as famílias dos estudantes envolvidos.








