Mulher com mandado de prisão passa mal após ser detida pela terceira vez em Nova Mutum; veja vídeo

Vovô de Olho Vídeo principal

Uma equipe da Cavalaria da Polícia Militar prendeu uma mulher de 38 anos, identificada pelas iniciais D.N.D.M., na tarde de quinta-feira (1º), no bairro Primavera III, em Nova Mutum, a 264 quilômetros de Cuiabá. Os policiais cumpriram um mandado judicial contra ela na residência localizada na rua dos Cambarás, após receberem informações sobre a ordem de prisão.

Polícia Militar cumpre mandado de prisão

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Cavalaria recebeu informações sobre a existência de um mandado judicial contra a mulher. Os policiais seguiram até o endereço indicado e cumpriram a determinação da Justiça.

Após a prisão, os militares conduziram a mulher à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. Segundo o registro policial, ela não apresentava lesões corporais aparentes quando chegou à unidade policial.

Mulher relata mal-estar e recebe atendimento médico

Durante os procedimentos na delegacia, a mulher informou aos policiais que não estava se sentindo bem. Diante da queixa, a equipe acionou o Corpo de Bombeiros Militar para prestar assistência.

Os bombeiros compareceram à delegacia, atenderam a mulher e a transportaram até o Pronto Atendimento para avaliação médica. O boletim de ocorrência não especifica os sintomas apresentados nem informa o diagnóstico dos profissionais de saúde.

O registro policial também não esclarece o motivo do mandado judicial nem identifica o processo que levou à prisão. Por isso, as informações disponíveis não permitem apontar qual crime ou fundamento jurídico motivou a ordem.

Conselho Tutelar acompanha situação envolvendo crianças

O Conselho Tutelar também compareceu ao local durante os procedimentos policiais. Conforme o boletim de ocorrência, a irmã da mulher assumiu a responsabilidade pelas crianças, com o acompanhamento da equipe do órgão.

Os conselheiros acompanharam a situação para auxiliar na organização dos cuidados com as crianças após a prisão da mulher. O registro não informa quantas crianças estavam envolvidas, quais eram suas idades nem se o órgão adotou outras medidas de proteção.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional