Uma jovem de 23 anos causou polêmica nas redes sociais ao revelar o valor de compra e venda de seus produtos. Os preços considerados “superfaturados” pelos internautas foram justificados pela vendedora como “valorização de seu trabalho”.
A publicação alcançou mais de dois milhões de visualizações e rendeu milhares de comentários: “Queria só um lugar bem estratégico pra eu vender água e refrigerante”, disse uma usuária. “Cinco conto uma água, nem que eu estivesse no deserto”, disse outra.
Além do mais, ela argumentou que a precificação de seus produtos está alinhada com o conceito de valor percebido, onde o valor do produto não se baseia apenas no custo dos materiais, mas também na singularidade e na experiência que o produto proporciona ao consumidor. Ela mencionou que seus produtos não são meras mercadorias, mas sim criações que refletem personalidade, estilo e exclusividade, aspectos que seus clientes valorizam e estão dispostos a pagar um preço premium.
Outro ponto abordado pela jovem foi a sustentabilidade e a ética de produção. Ela destacou que todos os seus produtos são confeccionados com materiais sustentáveis e de fontes responsáveis, além de garantir condições de trabalho justas para todos os envolvidos na produção. Esses fatores, segundo ela, contribuem para o custo final dos produtos, mas também asseguram uma consciência limpa e a promoção de práticas de negócios éticas.
A polêmica gerada nas redes sociais trouxe à tona discussões importantes sobre o valor do trabalho artesanal, a importância da sustentabilidade na moda e a percepção de valor dos consumidores. Enquanto alguns internautas criticaram os preços altos, outros defenderam a postura da jovem, argumentando que o investimento em produtos de qualidade, sustentáveis e éticos vale a pena no longo prazo.
A discussão se estendeu além da questão de preços, tocando em pontos como a valorização do trabalho manual, a conscientização sobre o consumo sustentável e a necessidade de apoiar pequenos empreendedores que buscam fazer a diferença no mercado. Esse caso destacou a complexidade da precificação de produtos no setor de moda e o desafio de equilibrar custos, valor percebido e responsabilidade social.
Via Metrópoles









