Na última sexta-feira (18/7), uma confusão aconteceu na Prefeitura de Atalaia, em Alagoas (AL). Uma mulher agrediu servidores públicos após se revoltar durante um atendimento relacionado ao desbloqueio do Bolsa Família.
Veja vídeo:
Beneficiária se exaltou durante atendimento
Segundo a Prefeitura, o pagamento da beneficiária estava bloqueado devido à falta de atualização no Cadastro Único, O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social exige que os beneficiários atualizem o Cadastro Único regularmente para manter o recebimento do Bolsa Família. Durante o atendimento, a equipe da Secretaria de Assistência Social conseguiu regularizar a situação e liberar o benefício, dentro das normas do programa.
Mulher exigiu receber dinheiro
A equipe informou à mulher que, apesar do desbloqueio, ela só poderia sacar o valor conforme o calendário oficial de pagamentos, baseado no número final do NIS. Ao ouvir a orientação, ela se irritou, exigiu sair do local com o dinheiro em mãos e ignorou as regras do Bolsa Família, que não permitem repasse imediato no local de atendimento.
As imagens mostram a beneficiária apontando o dedo no rosto de uma servidora, desferindo um tapa, empurrando outros funcionários e proferindo xingamentos. Servidores tentaram conter a situação, mas foram hostilizados.
Guarda Municipal acionada
Diante da agressividade, os profissionais acionaram a Guarda Municipal, que encaminhou a mulher ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) do município. Ela foi ouvida pelas autoridades e liberada após as medidas legais de praxe.
A Prefeitura de Atalaia divulgou nota oficial, repudiou a agressão e afirmou que a equipe atendeu a beneficiária com base em protocolos técnicos e humanizados, sem adotar qualquer postura desrespeitosa. A gestão enfatizou que atitudes violentas contra servidores públicos prejudicam o funcionamento dos serviços e declarou que não vai tolerar esse tipo de comportamento.
Perguntas frequentes:
A equipe informou à beneficiária que ela não poderia sacar o valor do Bolsa Família no local, e essa orientação a deixou revoltada.
Sim, a equipe da prefeitura regularizou sua situação, mas o saque depende do calendário oficial.
Não, após ser conduzida ao CISP pela Guarda Municipal, a mulher foi ouvida e liberada.









