Dois homens protagonizaram uma briga física na movimentada Avenida do CPA, em Cuiabá, na tarde desta quarta-feira, 12 de novembro. Um dos motoristas envolvidos parou o carro, desceu e iniciou uma discussão com outro homem que estava a pé. Em segundos, os dois partiram para agressões físicas no canteiro central da avenida, em plena luz do dia.
Populares que presenciaram o confronto correram para tentar separar os envolvidos. O tumulto atrapalhou o fluxo de veículos e gerou indignação entre os condutores. A cena chamou atenção pela intensidade da briga e pelo local onde ocorreu — uma das vias mais movimentadas da capital mato-grossense.
Vídeo da confusão viraliza e revela falta de segurança
Testemunhas registraram o episódio em vídeo e compartilharam as imagens nas redes sociais. O conteúdo se espalhou rapidamente, gerando centenas de comentários e compartilhamentos. Internautas cobraram mais segurança e policiamento na região, especialmente nos horários de maior movimento.
A Polícia Militar, até o momento, não confirmou se enviou viatura ao local nem divulgou informações sobre a identidade dos envolvidos. Não há registros de feridos graves nem de detenções até a publicação desta reportagem.
Avenida do CPA concentra mobilidade, tensão e vulnerabilidade
A Avenida Historiador Rubens de Mendonça, conhecida como Avenida do CPA, liga pontos estratégicos de Cuiabá e recebe alto volume de tráfego todos os dias. O canteiro central, onde a briga aconteceu, abriga vendedores ambulantes, transeuntes e pessoas em situação de rua. A ausência de infraestrutura adequada e fiscalização constante contribui para situações de risco.
Moradores e comerciantes locais relatam que já presenciaram outros episódios de violência. Eles pedem reforço no policiamento e campanhas educativas para prevenir novos conflitos.
Perguntas frequentes
Até agora ninguém confirmou o motivo da discussão, mas tudo indica que o desentendimento começou no trânsito.
Sim. Testemunhas gravaram a cena em plena luz do dia, e o vídeo circula amplamente nas redes sociais.
Ainda não. A Polícia Militar não divulgou nomes nem informou se abriu investigação sobre o caso.






