Motorista morre preso às ferragens em batida entre Uno e Amarok em Lucas do Rio Verde; veja vídeo

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Um grave acidente registrado na tarde de terça-feira (7) na MT-485, em Lucas do Rio Verde (MT), resultou na morte de Abimael Cerqueira Bezerra, de 43 anos. Ele dirigia um Fiat Uno que colidiu frontalmente com uma caminhonete Amarok. Com o impacto, Abimael ficou preso às ferragens e morreu ainda no local. Outras duas pessoas foram socorridas e levadas ao hospital — o estado de saúde delas ainda não foi divulgado.

A chuva intensa no momento da colisão pode ter contribuído para a tragédia, segundo os Bombeiros. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) isolou a área para investigação das causas. Após os procedimentos periciais, o corpo da vítima foi enviado ao Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil assumiu o caso para apurar responsabilidades e circunstâncias.

Impacto e destruição dos veículos

Nas proximidades da Linha Morocó, entre Lucas do Rio Verde e Sorriso, os veículos trafegavam em direções opostas quando se chocaram frontalmente. O Fiat Uno tentava seguir para uma comunidade local, enquanto a caminhonete vinha no sentido da BR-163. Ambos os veículos capotaram às margens da estrada após o choque, segundo relatos obtidos no local.

Testemunhas descreveram os veículos completamente destruídos, com estrutura retorcida. O impacto gerou grande comoção entre moradores da zona rural próxima. A polícia chegou minutos após o ocorrido e encontrou Abimael preso às ferragens, sem vida.

Socorro e atendimento no local

A população que presenciou o acidente acionou rapidamente as equipes do Corpo de Bombeiros da 13ª Companhia, que se deslocaram até o local para realizar o resgate das vítimas e controlar a situação. Após o trabalho de desencarceramento, os socorristas confirmaram o óbito de Abimael no local. Os socorristas atenderam as duas vítimas feridas no local e as levaram para o Hospital São Lucas, em Lucas do Rio Verde.

Apesar da gravidade, o condutor da caminhonete não recebeu relatos de ferimentos graves visíveis, embora tenha relatado dores possivelmente causadas pelo uso do cinto de segurança no momento do impacto.

Investigação e fatores agravantes

A presença de chuva no momento do acidente levanta hipóteses de aquaplanagem ou perda de controle dos veículos. A análise do estado da pista, condições dos pneus e velocidade serão elementos centrais para a Polícia Civil definir responsabilidades.

Além disso, o padrão de colisão frontal exige exame pericial cuidadoso de fatores como ponto de impacto, trajetória dos veículos e margem de corpo humano projetado para fora dos carros. A Politec deverá emitir laudo que apontará se houve falha mecânica, negligência humana ou condições adversas da estrada.

Perguntas frequentes:

Como a chuva influencia diretamente o risco de colisões frontais em rodovias estaduais?

Ela reduz a aderência dos pneus, aumenta o tempo de frenagem e pode provocar aquaplanagem.

O que o laudo pericial costuma revelar como ação determinante em acidentes graves?

Pode identificar velocidade excessiva, falha mecânica ou falha humana como causa principal.

Quais medidas podem prevenir tragédias em vias rurais sob chuva intensa?

Sinalização adequada, manutenção da pista, fiscalização e campanhas educativas de prudência.

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Amanda Almeida

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