Motorista morre carbonizado após caçamba encostar em rede elétrica em Itanhangá; veja vídeo

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Na tarde desta sexta-feira, 29 de agosto de 2025, uma operação rotineira em uma fazenda da comunidade Linha Cruzeiro, em Itanhangá (175 km de Sinop), terminou em tragédia. Um caminhão carregado com calcário encostou em cabos de alta tensão durante o descarregamento, ele sofreu uma descarga elétrica fatal e morreu carbonizado no interior do veículo, que também pegou fogo e foi totalmente destruído.

Um choque fatal e inesperado

O motorista dirigia o bi-trem até a propriedade, iniciou a descarga da carga de calcário, mas não percebeu a rede de alta tensão acima. Quando a caçamba encostou nos cabos, a corrente elétrica atingiu o habitáculo e provocou incêndio imediato. Equipes de resgate chegaram, mas só puderam confirmar o óbito — o corpo foi encontrado carbonizado dentro da cabine, sem chance de sobrevivência.

O que deixou a comunidade sem reação

Moradores da Agrovila Cruzeiro assistiram em choque ao trabalho das equipes no local. O fogo consumiu o “cavalinho” e uma das caçambas, impedindo qualquer chance de controlar o incêndio antes do colapso total do veículo. Ainda não se confirmou a identificação do motorista e a Polícia Civil já iniciou investigação, enquanto a Perícia Oficial (Politec) examina o local para entender exatamente como ocorreu o contato com os cabos — sem que houvesse explosão do tanque de combustível.

Lições que esse choque expôs

Este caso mostra como operações aparentemente simples podem esconder perigos mortais quando faltam cuidados com a infraestrutura elétrica. A ausência de sinalização ou alerta para cabos aéreos em locais de carga e descarga mostra falhas de segurança que precisam ficar evidentes para evitar novas tragédias.

Perguntas frequentes:

Como um descarregamento virou cena de tragédia em um piscar de olhos?
O contato entre a caçamba e fios de alta tensão gerou descarga e fogo em segundos.

O que consumiu o veículo tão rapidamente?
O fogo consumiu o cavalinho e a caçamba antes que equipes pudessem agir.

Por que a comunidade só percebeu o perigo depois?
Faltava sinalização visível sobre os cabos e ninguém esperava contato elétrico durante o ato simples de descarregar.

Amanda Almeida

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