Um homem colocou fogo em um terreno baldio no bairro Parque Ohara, em Cuiabá, por volta das 11h da manhã desta segunda-feira (4). Um motorista gravou a ação em vídeo e compartilhou nas redes sociais. As imagens mostram o suspeito alimentando as chamas sobre um monte de resíduos.
Reprodução: instagram/ perrenguematogrosso pic.twitter.com/0A30v17P8v
— Perrengue2 (@perrengue2025) August 4, 2025
A cena provocou revolta imediata entre os moradores da região, que denunciaram o descaso e os riscos gerados pela prática criminosa. Mesmo com o tempo seco, o homem ateou fogo sem qualquer preocupação com a segurança da vizinhança ou com o meio ambiente.
Incêndios aumentam em agosto e acendem alerta
Agosto traz o clima mais seco do ano em Mato Grosso. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indicam que o estado já acumula mais de 2.300 focos de calor nos primeiros dias do mês — um aumento de 17% em relação a 2024.
Além das queimadas rurais, os incêndios urbanos crescem de forma alarmante. A maioria dos casos envolve pessoas que queimam lixo ou “limpam” terrenos com fogo, ignorando as leis e o impacto na saúde pública. A legislação brasileira trata essas ações como crime ambiental, com penas que incluem detenção de até quatro anos e multa.
Denuncie queimadas urbanas e proteja sua saúde
A população pode denunciar queimadas ilegais em Cuiabá pelo telefone 0800 647 0111 (SMADES) ou acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193. Quem flagrar esse tipo de crime deve registrar fotos ou vídeos, sem se colocar em risco, e encaminhar às autoridades.
A fumaça das queimadas prejudica a saúde, especialmente de crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias. Para se proteger, é importante usar umidificadores de ar, manter-se hidratado e evitar exposição ao ar livre nos horários mais quentes.
Perguntas frequentes
Ainda não foi identificado, mas a cena foi registrada em vídeo e divulgada nas redes sociais.
Por volta das 11h da manhã de segunda-feira, 4 de agosto.
Sim. Queimadas urbanas são crimes ambientais previstos em lei, com pena de até 4 anos de prisão.



