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Um motorista de aplicativo de 24 anos viveu momentos de constrangimento durante uma corrida em Nova Serrana, Minas Gerais, após flagrar um passageiro praticando atos libidinosos no banco traseiro do veículo.
Mesmo depois de ser advertido pelo condutor, o homem, de 23 anos, continuou com a conduta. O motorista gravou toda a situação em vídeo e acionou a Polícia Militar.
Os policiais prenderam o suspeito em flagrante pelo crime de importunação sexual. O caso ganhou repercussão poucos dias após outro episódio semelhante registrado em uma academia.
Segundo a Polícia Militar, o motorista percebeu o comportamento do passageiro durante o trajeto e imediatamente pediu que ele parasse. No entanto, o suspeito ignorou a advertência e continuou praticando os atos dentro do carro. Diante da situação, o condutor registrou as imagens para comprovar a ocorrência e acionou a polícia. Os militares localizaram o homem e efetuaram a prisão em flagrante. Durante a ocorrência, a mãe do suspeito afirmou que ele possui transtornos mentais, porém não apresentou nenhum documento ou laudo médico que comprovasse a condição.
Motorista registrou toda a ocorrência
O motorista decidiu gravar a atitude do passageiro enquanto a corrida ainda estava em andamento.
As imagens serviram como registro da ocorrência e auxiliaram na atuação da Polícia Militar. O vídeo também passou a circular nas redes sociais e ampliou a repercussão do caso.
Suspeito acabou preso em flagrante
Após ser acionada, a Polícia Militar localizou o passageiro e realizou a prisão pelo crime de importunação sexual.
O suspeito foi conduzido para os procedimentos legais. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações sobre o caso.
Crime prevê pena de prisão
A importunação sexual está prevista no artigo 215-A do Código Penal Brasileiro.
A legislação define o crime como a prática de ato libidinoso sem o consentimento da vítima com o objetivo de satisfazer desejo próprio ou de terceiros. A pena varia de um a cinco anos de reclusão, caso a conduta não constitua crime mais grave.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou novas informações sobre o andamento da investigação nem sobre eventual avaliação médica do suspeito.
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