A Guarda Municipal de Várzea Grande prendeu, na tarde de terça-feira (7), um homem de 30 anos, de nacionalidade venezuelana, por conduzir motocicleta adulterada e tentar subornar agentes durante abordagem na rotatória do Zero KM. A equipe flagrou o suspeito em direção perigosa e sem placa, colocando pedestres e motoristas em risco.
Os agentes realizaram a abordagem imediata após identificarem a infração nas proximidades do shopping. A ocorrência seguiu para a Central de Flagrantes, onde a autoridade policial adotou as medidas cabíveis.
Guarda identifica adulterações e inconsistências no veículo
Os guardas constataram ausência de placa, supressão do chassi e sinais de adulteração no motor. O suspeito apresentou documento deteriorado com a placa JZO-6737, mas a checagem revelou inconsistências nos dados do veículo.
O homem afirmou que comprou a motocicleta por R$ 2 mil de um cidadão brasileiro, sem comprovar a origem legal. A situação indica possível receptação, crime previsto no Código Penal.
A equipe também confirmou que o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que configura infração grave e crime de trânsito quando há risco à segurança.
Suspeito oferece dinheiro e comete corrupção ativa
Durante a abordagem, o suspeito ofereceu R$ 100 aos agentes para evitar a prisão e a apreensão do veículo. A equipe recusou imediatamente a proposta e registrou o flagrante.
A conduta caracteriza corrupção ativa, conforme o artigo 333 do Código Penal, com pena de reclusão. A ação rápida dos agentes garantiu a integridade da ocorrência e o cumprimento da lei.
Os guardas conduziram o suspeito sem uso de algemas, já que ele não apresentou resistência, e o entregaram à autoridade policial sem lesões aparentes.
Dirigir sem CNH pode gerar multa, retenção do veículo e até crime se houver risco, com pena de detenção.
A lei prevê reclusão de 3 a 6 anos, além de multa, por adulteração de sinal identificador.
Sim. A prática configura corrupção ativa, com pena de até 12 anos de prisão.




