Mixto e FMF alinham estreia na Série A1 do Brasileirão Feminino em reunião com a CBF

Perrengue Mato Grosso

O Mixto Esporte Clube se prepara para viver um capítulo histórico em sua trajetória: a estreia na elite do futebol feminino nacional. Em reunião realizada nesta quarta-feira (21), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, dirigentes do clube e da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) alinharam aspectos técnicos e administrativos da participação do Alvinegro na Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino 2026.

Reunião reforça protagonismo institucional e marca novo ciclo para o futebol feminino de MT

Participaram do encontro o presidente da FMF, Diogo Pécora, e o presidente do Mixto, Ítalo Freitas, que foram recebidos pelo diretor de competições da CBF, Júlio Avellar, pela coordenadora de competições femininas, Aline Pellegrino, e pelo diretor executivo da entidade, Helder Melillo. No centro das discussões, estiveram o regulamento da competição, a tabela oficial e diretrizes operacionais para a estreia do Mixto na principal divisão do futebol feminino brasileiro.

Segundo Ítalo Freitas, o encontro simboliza mais que um alinhamento: representa o amadurecimento de um projeto iniciado desde o acesso à A1. “Estamos dando um passo importante, com apoio total da FMF, e queremos fazer uma campanha digna da história do Mixto e do futebol de Mato Grosso”, afirmou.

FMF destaca apoio institucional e protagonismo estadual na elite nacional

Diogo Pécora reforçou o papel da FMF como ponte entre os clubes do estado e a CBF. “É um momento histórico para o futebol mato-grossense. Nosso trabalho é garantir que os filiados tenham voz ativa e suporte necessário para representar Mato Grosso com força no cenário nacional.”

Perguntas e respostas:

O Mixto conseguirá montar um elenco competitivo para enfrentar as gigantes da Série A1?

O clube já trabalha com foco em estrutura e reforços pontuais.

A presença na elite impulsionará novos investimentos no futebol feminino de Mato Grosso?

A visibilidade nacional deve atrair parcerias e fortalecer a base.

A FMF manterá esse nível de apoio institucional para outros clubes que busquem espaço no feminino?

O compromisso institucional existe, mas depende do engajamento dos próprios clubes.

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