Ministro da Justiça revela dormir apenas três horas por noite ao comentar crise na Polícia Federal

Fabíola Maria Costa Silva •
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, revelou que sofre com insônia e dorme apenas duas ou três horas por noite. A declaração ocorreu durante entrevista ao programa Agora Metrópoles, divulgada nesta sexta-feira (25), enquanto o ministro comentava a recente crise institucional envolvendo o afastamento e posterior retorno de Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal. Segundo Wellington, apesar da turbulência provocada pelas decisões judiciais, a corporação continuou funcionando normalmente durante o período. Atualmente, Andrei permanece como diretor-geral da PF, conforme registro oficial da própria instituição.

Ministro revela rotina marcada pela insônia

Durante a entrevista, Wellington César foi questionado sobre como enfrentou os dias de tensão envolvendo a direção da Polícia Federal e se havia conseguido dormir durante a crise. Na resposta, o ministro revelou uma situação pessoal que, segundo ele, já faz parte de sua rotina.

“Deixa eu te dar uma notícia: eu tenho insônia. Eu não durmo dia nenhum, só durmo duas ou três horas toda noite. Então, meu regime de vigilância é permanente”, afirmou.

O ministro usou a declaração ao explicar como acompanhou os acontecimentos relacionados à PF. A crise envolveu decisões judiciais que retiraram Andrei Rodrigues temporariamente da direção-geral e, posteriormente, permitiram seu retorno ao cargo.

Crise provocou tensão dentro da Polícia Federal

O episódio também expôs divergências no Judiciário e provocou reação entre integrantes da Polícia Federal. Wellington César, entretanto, afirmou que a instituição manteve suas atividades durante o período em que Andrei permaneceu afastado e avaliou que as instituições conseguiram atravessar a situação.

A retomada das atividades de Andrei à frente da corporação também aparece em registros recentes da PF. Na quarta-feira (23), por exemplo, ele participou da posse do novo superintendente regional da Polícia Federal no Tocantins, Fernando Paganelli Rodrigues.

A página institucional da corporação também identifica Andrei Augusto Passos Rodrigues como atual diretor-geral da Polícia Federal.

Andrei segue no comando da corporação

Depois da sequência de decisões judiciais, Andrei retomou efetivamente suas funções. Além da agenda no Tocantins, registros oficiais recentes mostram sua participação em compromissos institucionais da corporação em diferentes estados.

Durante a entrevista, Wellington César buscou separar a crise envolvendo o comando da PF do funcionamento cotidiano da instituição. Segundo o ministro, as operações e demais atividades policiais continuaram mesmo diante das mudanças temporárias na direção.

A declaração sobre a insônia acabou ganhando destaque justamente ao surgir durante a explicação sobre os bastidores desses dias de tensão. Ao afirmar que mantém um “regime de vigilância permanente”, Wellington relacionou sua rotina de poucas horas de sono ao acompanhamento constante das atribuições do Ministério da Justiça durante a crise.

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