Menino de 4 anos foge da creche para tomar sorvete; veja vídeo

Perrengue Mato Grosso

Na tarde da última quarta-feira (03/9), Lucas, um menino de apenas 4 anos, protagonizou uma fuga inusitada na Emeief João de Barros, em Santo André, na Grande São Paulo. O caso gerou grande comoção entre os pais e a comunidade escolar.

Veja vídeo:

Descuido dos funcionários facilita a fuga

A fuga aconteceu por volta das 15h30, quando Lucas pediu permissão para ir ao banheiro. No entanto, durante esse momento, o portão da escola estava aberto, o que permitiu que a criança saísse sem que ninguém notasse. O menino, aparentemente sem medo ou preocupação, seguiu até uma sorveteria próxima. Ele acabou sendo encontrado em segurança por um frentista, que estranhou a presença do menino sozinho e chamou a atenção da Guarda Civil Municipal (GCM), que mobilizou três viaturas para o local.

Reação da mãe e críticas à escola

A mãe de Lucas, Samara Araújo, só foi informada sobre o ocorrido uma hora depois, quando o filho já havia retornado à escola. Em entrevista ao Balanço Geral, Samara relatou que os responsáveis pela creche inicialmente trataram o fato como se a criança tivesse pulado o muro. Para ela, a falta de supervisão e o descuido com a segurança dos alunos foram os principais motivos para a fuga de seu filho.

Histórico de incidentes similares em Santo André

Este incidente não foi o primeiro do tipo. Em fevereiro deste ano, outro caso similar ocorreu em uma escola próxima, quando uma criança deixou a unidade sem autorização e acabou sendo encontrada em um farol. A repetição desses episódios levanta questionamentos sobre a segurança nas instituições de ensino da cidade.

Perguntas frequentes:

Como o portão da creche ficou aberto sem que ninguém percebesse?

O portão estava aberto durante o horário da merenda, facilitando a fuga da criança.

Qual a reação das autoridades locais sobre esses incidentes?

A Prefeitura de Santo André ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

O que a mãe do menino disse em entrevista?

Ela relatou que só soube do caso após o filho já ter retornado à creche, e que os reponsáveis trataram o fato como se a criança tivesse pulado o muro.

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