Médicos revelam quadro grave de Bolsonaro após internação com broncopneumonia e saturação baixa; veja vídeo

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, após apresentar um quadro de saúde considerado grave. Médicos divulgaram informações sobre o estado clínico nesta sexta-feira (13) e explicaram que o ex-presidente deu entrada na unidade hospitalar com sintomas intensos de infecção. Segundo os profissionais […]

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, após apresentar um quadro de saúde considerado grave. Médicos divulgaram informações sobre o estado clínico nesta sexta-feira (13) e explicaram que o ex-presidente deu entrada na unidade hospitalar com sintomas intensos de infecção.

Segundo os profissionais que acompanham o tratamento, Bolsonaro chegou ao hospital com febre alta, sudorese intensa, calafrios e queda significativa da saturação de oxigênio. Os exames iniciais também identificaram alterações na pressão arterial.

De acordo com a equipe médica, o ex-presidente apresentou saturação de oxigênio de aproximadamente 80% no sangue e pressão arterial registrada em 9 por 5, números considerados preocupantes em avaliação clínica. Os médicos explicaram que esses sinais indicam o início de um processo infeccioso com critérios de gravidade.

Após exames laboratoriais e de imagem, os especialistas confirmaram o diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral, condição que exige tratamento intensivo e acompanhamento constante.

Exames confirmam infecção pulmonar bilateral

A equipe médica submeteu Bolsonaro a uma série de exames logo após a chegada ao hospital. Os resultados laboratoriais e de imagem apontaram a presença de broncopneumonia bacteriana bilateral, uma infecção que atinge os dois pulmões.

Segundo os médicos, a doença provavelmente teve origem aspirativa, situação que ocorre quando secreções ou conteúdo gástrico entram nas vias respiratórias.

Esse tipo de infecção exige tratamento imediato, pois pode comprometer a capacidade respiratória do paciente.

Os especialistas explicaram que a rapidez no atendimento ajudou a estabilizar o quadro inicial.

Um dos médicos afirmou que a intervenção precoce fez diferença no controle da infecção e na resposta ao tratamento.

Paciente recebe antibióticos e suporte clínico

A equipe médica iniciou imediatamente o tratamento com antibióticos potentes administrados por via intravenosa. O objetivo é combater a bactéria responsável pela infecção pulmonar.

Além da antibioticoterapia, Bolsonaro recebe suporte clínico não invasivo para auxiliar na estabilização do sistema respiratório e cardiovascular.

O acompanhamento ocorre dentro da UTI, onde profissionais monitoram continuamente os sinais vitais e a evolução do quadro clínico.

Segundo o médico Cláudio Birolini, responsável por parte do acompanhamento, a condição representa um evento potencialmente grave, mas a equipe trabalha para reverter o quadro com o tratamento adequado.

Histórico de saúde exige atenção constante

O estado de saúde de Bolsonaro exige monitoramento constante devido ao histórico de problemas médicos enfrentados nos últimos anos.

Desde o atentado sofrido em 2018, o ex-presidente passou por diversos procedimentos cirúrgicos e internações relacionadas a complicações no sistema digestivo e abdominal.

Especialistas destacam que pacientes com histórico clínico complexo podem apresentar maior sensibilidade a infecções e complicações respiratórias.

Por esse motivo, a equipe médica mantém o acompanhamento intensivo na UTI enquanto avalia a resposta ao tratamento.

Até o momento, o hospital não divulgou previsão de alta ou novos detalhes sobre a evolução do quadro clínico.

Perguntas e respostas

Qual foi o diagnóstico médico de Jair Bolsonaro?

Os médicos diagnosticaram broncopneumonia bacteriana bilateral.

Bolsonaro está internado em qual hospital?

Ele permanece internado no hospital DF Star, em Brasília.

Qual tratamento os médicos iniciaram?

A equipe iniciou tratamento com antibióticos intravenosos e suporte clínico na UTI.

Fabíola Maria Costa Silva

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