Profissional relata ataque de paciente e mostra olho roxo em vídeo publicado nas redes sociais
Médica descreve agressão sofrida durante atendimento
A paciente agrediu a médica Ana Paula Martins enquanto ela realizava atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Parque Flamboyant, em Aparecida de Goiânia, e Ana Paula denunciou o fato. Durante um plantão movimentado, a suspeita, em surto de agressividade, atacou a profissional dentro da sala de atendimento. Ana Paula tentou acalmar a mulher, mas a paciente a surpreendeu com socos, e um deles atingiu diretamente seu olho direito.
Profissional expõe marcas da violência nas redes sociais
Horas após o episódio, a médica gravou um vídeo em suas redes sociais exibindo o hematoma causado pela agressão. No relato, Ana Paula reforça que sofreu violência física e psicológica, e destacou a insegurança enfrentada diariamente por profissionais de saúde. Ela também agradeceu os colegas e a equipe de segurança que intervieram rapidamente. Abalada, a médica ressaltou que estava apenas cumprindo seu trabalho quando foi atacada.
Guarda Civil Municipal detém suspeita em flagrante
A direção da UPA acionou a Guarda Civil Municipal (GCM) imediatamente após a agressão. Os agentes conseguiram conter a suspeita e a levaram para a delegacia, onde autuaram-na em flagrante. Até o momento, as autoridades não divulgaram o nome da autora. A polícia deve solicitar imagens de câmeras internas e ouvir testemunhas para esclarecer a dinâmica do ataque.
Prefeitura repudia violência e acompanha o caso
Em nota, a Prefeitura de Aparecida de Goiânia afirmou que não tolera nenhum tipo de violência contra profissionais de saúde e declarou apoio à médica. A administração municipal informou que acompanha o caso junto às autoridades para garantir que responsabilizem a responsável. A gestão também reforçou a importância de medidas de segurança para evitar novos episódios.
Investigação segue em andamento
A Polícia Civil deve analisar os depoimentos e exames de corpo de delito para definir o encaminhamento da investigação.As autoridades tratam o caso como agressão dolosa contra profissional em serviço, crime que pode gerar pena de detenção.
Perguntas e respostas
A polícia deteve-a em flagrante, e ela permanece à disposição da Justiça.
Ela não informou afastamento, apenas relatou o hematoma e o impacto emocional.
Não, a identidade da suspeita segue preservada.





