Max Russi defende flexibilidade em moradias populares e rejeita exigência de metragem mínima; veja vídeo

Política Vídeo principal

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, afirmou ser contrário à criação de uma metragem mínima obrigatória para a construção de moradias populares em Cuiabá ou em qualquer outro município do estado. Segundo o parlamentar, diferentes modelos habitacionais podem atender às necessidades da população, desde que ofereçam qualidade, segurança e condições dignas de moradia. Para ele, o mais importante é que os projetos sejam compatíveis com o perfil das famílias beneficiadas e contribuam para melhorar a qualidade de vida.

Deputado defende diferentes modelos habitacionais

Durante entrevista, Max Russi afirmou que não considera adequada a imposição de um tamanho mínimo para todas as moradias populares. Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, cada empreendimento deve levar em conta as características e as necessidades do público que será atendido.

Segundo o parlamentar, projetos voltados para pessoas que vivem sozinhas, casais ou idosos podem apresentar formatos diferentes daqueles destinados a famílias maiores. Para Russi, essa flexibilidade permite que os programas habitacionais atendam um número maior de pessoas sem comprometer a qualidade das unidades.

O deputado ressaltou que a dignidade da moradia não depende exclusivamente da metragem, mas também da estrutura oferecida e das condições de habitabilidade.

Condomínio para idosos foi citado como exemplo

Para ilustrar sua posição, Max Russi citou um condomínio destinado à população idosa inaugurado no município de Jaciara. Conforme explicou, o empreendimento é composto por unidades compactas, planejadas especificamente para atender às necessidades desse público.

As residências contam com quarto, banheiro, sala integrada à cozinha e área de serviço. Segundo o presidente da Assembleia Legislativa, o tamanho das moradias é suficiente para proporcionar conforto, praticidade e qualidade de vida aos moradores.

Na avaliação de Russi, o projeto demonstra que imóveis menores podem atender adequadamente determinados perfis de beneficiários quando são planejados de forma funcional.

Qualidade de vida deve orientar projetos habitacionais

Max Russi afirmou que os programas habitacionais devem priorizar a qualidade das construções e a adequação dos imóveis ao perfil dos futuros moradores. Segundo ele, estabelecer uma metragem mínima para todos os empreendimentos pode limitar soluções que atendem de maneira eficiente diferentes realidades sociais.

O parlamentar defendeu que municípios tenham autonomia para desenvolver projetos habitacionais compatíveis com suas necessidades e com as características da população local. Para ele, o objetivo principal deve ser oferecer moradias dignas, funcionais e capazes de proporcionar melhores condições de vida às famílias beneficiadas pelos programas habitacionais.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional