Mauro Mendes reconhece oposição e justifica atraso em emendas: “É natural na democracia” Veja vídeo

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), adotou uma postura direta ao comentar o posicionamento de parlamentares que têm adotado um discurso crítico ao governo. Entre eles está a deputada Janaina Riva, que, apesar de ser do MDB — partido que integra a base —, passou a ser considerada pelo governador como parte da oposição.

Governador prioriza coerência política

Segundo Mendes, é necessário reconhecer as diferenças de posicionamento dentro da Assembleia Legislativa. Para ele, não se trata de retaliação, mas de uma consequência política legítima. “É natural na democracia que os parlamentares da oposição tenham um tratamento diferente no que diz respeito à liberação de recursos”, afirmou o governador, durante evento oficial.

Recursos públicos e responsabilidade fiscal

O atraso na liberação das emendas parlamentares, segundo Mendes, segue critérios técnicos e políticos. A prioridade, segundo ele, é atender demandas de quem está alinhado com os projetos estruturantes do Estado. Em meio a uma gestão focada em resultados, o governador reforça que é preciso compromisso com a execução responsável do orçamento.

Base de apoio sólida e metas em andamento

Apesar das divergências pontuais, Mauro Mendes conta com maioria sólida na Assembleia. A base aliada tem garantido apoio às pautas econômicas e estruturais, como investimentos em infraestrutura, saúde e educação. O governo argumenta que manter uma linha clara entre aliados e opositores permite maior transparência e previsibilidade nas ações do Executivo.

Perguntas e respostas

Por que Mauro Mendes considera parte dos parlamentares como oposição?

Porque têm adotado discursos e posturas contrárias ao governo, mesmo integrando partidos da base.

O atraso nas emendas é uma punição política?

Segundo o governador, não. Ele considera o tratamento diferenciado algo comum na democracia.

Como está a relação do governo com a Assembleia Legislativa?

Apesar de atritos pontuais, o governo mantém apoio majoritário para avançar nas pautas prioritárias.

Fabíola Maria Costa Silva

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