Mato Grosso desembarcou em São Paulo com 29 atletas entre 11 e 17 anos para competir na primeira fase das Paralimpíadas Escolares 2025. Os jovens disputam provas de atletismo, goalball, halterofilismo e taekwondo, em uma competição que reúne mais de 2 mil estudantes com deficiência física, visual e intelectual de todo o Brasil.
A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) promoveu as seletivas estaduais e custeou a viagem da delegação. Técnicos, atletas-guias e acompanhantes acompanham o grupo, formado por representantes de Alta Floresta, Cuiabá, Cáceres, Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Rondonópolis e Várzea Grande. A equipe participa da programação oficial no Centro de Treinamento Paralímpico, na capital paulista.
O que é a classificação funcional?
Antes do início das disputas, os atletas passam por uma etapa chamada classificação funcional. Esse processo avalia o tipo e o grau da deficiência de cada participante para que a competição ocorra de forma justa e equilibrada. A medida garante que todos compitam em condições similares, respeitando as limitações específicas de cada um.
Talento mato-grossense em duas etapas
A participação de Mato Grosso acontece em duas fases. Na primeira, 29 atletas competem em quatro modalidades. Já na segunda etapa, entre os dias 26 e 28 de novembro, o Estado levará mais 23 jovens para disputar natação, badminton, tênis de mesa e bocha. Ao todo, 52 atletas defendem as cores do Estado no maior evento paralímpico escolar do mundo.
Mais que competição: inclusão e formação
As Paralimpíadas Escolares não promovem apenas medalhas, mas visibilidade, inclusão e futuro. Muitos atletas descobrem ali a porta de entrada para o alto rendimento. Para o Comitê Paralímpico Brasileiro, o evento representa um passo essencial na formação de novos talentos do esporte adaptado no país.
Perguntas e respostas:
Os atletas são agrupados conforme o grau de deficiência.
Ao todo, 52 atletas participam nas duas etapas.
Revelar talentos e promover a inclusão no esporte paralímpico.



