Mais de 1 tonelada de skunk, uma droga associada a maconha, foi incinerada Polícia Civil de Mato Grosso na última terça-feira (31) em Alto Araguaia. As autoridades destruíram ao todo 1.090 quilos da droga.
Apreendida em operação
A Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar apreenderam a droga no dia 28 de março, durante uma operação conjunta.
Os agentes interceptaram um caminhão no Posto Fiscal da Secretaria de Fazenda. Durante a vistoria, encontraram a droga escondida em caixas de madeira lacradas. A carga saiu de Cuiabá e seguia para o Paraná.
O impacto direto no crime organizado
Segundo o delegado Marcos Paulo Batista de Oliveira, a quantidade apreendida revela a dimensão da atuação criminosa na região. Ele destacou que operações integradas enfraquecem organizações e reduzem a circulação de entorpecentes.
A incineração ocorreu em uma empresa privada da cidade. Antes disso, a Politec realizou perícia técnica para validar as evidências.
O procedimento seguiu a Lei de Drogas e contou com acompanhamento do Ministério Público e da Vigilância Sanitária. Esse protocolo garante segurança e transparência em todas as etapas.
O que é o skunk?
O skunk é uma variação da maconha com alto teor de THC, principal substância responsável pelos efeitos psicoativos. Diferente da planta tradicional, essa droga passa por cruzamentos genéticos e cultivo controlado, o que aumenta significativamente sua potência.
Usuários relatam efeitos mais intensos e rápidos o que também pode causar maior risco à saúde mental, principalmente em jovens. O consumo frequente está associado a crises de ansiedade e alterações de percepção.
Sim, por possui maior concentração de THC, substância responsável pelos efeitos psicoativos.
Criminosos usam compartimentos ocultos e cargas camufladas, como caixas ou produtos lícitos.
Regiões de fronteira e estados com rodovias estratégicas, como Mato Grosso e Paraná, são frequentemente






