A mãe de uma criança autista denunciou uma possível situação de exclusão envolvendo o filho na Escola Estadual J. G. Araújo, em Manaus, no Amazonas. Segundo o relato da responsável, o tratamento destinado ao aluno teria mudado depois que a unidade tomou conhecimento dos laudos e documentos relacionados à criança. O episódio que intensificou os questionamentos ocorreu quando uma professora enviou um áudio à mãe informando que não haveria aula. Posteriormente, porém, a docente publicou fotografias da turma no grupo de pais, o que levou a responsável a procurar pessoalmente a escola. Ao chegar à unidade, ela afirma ter encontrado os demais alunos em sala e a aula acontecendo normalmente.
Mãe diz que tratamento mudou após apresentação de documentos
De acordo com a responsável, ela começou a perceber mudanças na forma como o filho era tratado dentro da escola depois que a instituição teve acesso aos documentos da criança.
A mãe passou, então, a interpretar determinadas situações como possíveis sinais de exclusão. Entretanto, as alegações partem do relato da responsável e, até o momento, não há posicionamento oficial da unidade escolar apresentado nas informações divulgadas.
O caso ganhou maior proporção depois do episódio envolvendo a suposta suspensão da aula.
Professora teria avisado que não haveria aula
Segundo a denúncia, a professora enviou um áudio diretamente para a mãe informando que não haveria aula naquele dia.
Posteriormente, fotografias dos estudantes foram publicadas no grupo de pais. Ao visualizar as imagens, a responsável decidiu ir até a escola para entender o que estava acontecendo.
Ela afirma que, ao chegar à unidade, encontrou a turma do filho reunida em sala e a aula ocorrendo normalmente. A mãe passou a questionar, então, por que teria recebido uma informação diferente dos demais responsáveis.
Responsável também cita episódio envolvendo festinha
A mãe relacionou o ocorrido a outro episódio envolvendo uma festinha da turma. Segundo a versão apresentada por ela, o evento teria sido informado como cancelado.
A responsável considera os acontecimentos parte de uma possível situação de exclusão direcionada ao filho. No entanto, as circunstâncias ainda precisam ser esclarecidas pela instituição e pelas autoridades educacionais responsáveis.
Até o momento das informações apresentadas na denúncia, a Escola Estadual J. G. Araújo não havia divulgado manifestação oficial sobre as acusações.
Também não há informações sobre eventual abertura de procedimento administrativo para investigar o caso. Dessa forma, ainda não é possível determinar por que a mãe recebeu a informação de que não haveria aula enquanto, segundo o relato dela, os demais estudantes permaneceram normalmente na escola.
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