O presidente Luiz Inácio Lula da Silva zombou da atuação de Eduardo Bolsonaro em evento em Linhares (ES). Com tom sarcástico, Lula imitou o deputado licenciado, dizendo: “Ô Trump, pelo amor de Deus, Trump. Solta meu pai, não deixa meu pai ser preso“. Segundo o petista, essa articulação teria acontecido para que o ex-presidente Jair Bolsonaro evitasse o julgamento no Supremo Tribunal Federal.
LULA IMITA EDUARDO BOLSONARO EM EVENTO: “Ô TRUMP, SOLTA MEU PAI” pic.twitter.com/41uD5j1k3n
— Perrengue2 (@perrengue2025) July 11, 2025
Lula associa medidas de Trump às manobras da família Bolsonaro
No evento, Lula afirmou que Eduardo teria viajado aos EUA para convencer Trump a impor sanções ao Brasil, caso Jair não fosse solto: “A coisa mandou o filho dele para os EUA pedir para Trump fazer ameaças“. O presidente classificou a atitude como “covarde” e questionou a integridade da família ao recorrer a interferência estrangeira.
Críticas ao ato mostram tensão entre soberania e pedidos políticos
Lula reforçou que o Brasil não tolera ingerência externa e prometeu respostas: “Vou tentar brigar em todas as esferas para que não tenha taxação. Na OMC, com companheiros do BRICS”. Ele também lembrou que, se necessário, o Brasil vai aplicar a Lei de Reciprocidade Econômica. A declaração integrou um discurso mais amplo, voltado à defesa da soberania nacional e ao combate às acusações de interferência diplomática.
Vídeo viraliza e reforça discurso contra o bolsonarismo
O vídeo da imitação chegou às redes com força e viralizou entre apoiadores do governo e críticos do bolsonarismo. Nas legendas, Lula aparece questionando: “Que tipo de homem é esse, que não tem vergonha na cara?”. A repercussão destaca o uso simbólico da fala para consolidar a narrativa de que a família Bolsonaro participou de interferência estrangeira em favor de interesses pessoais.
Perguntas frequentes
Ele imitou Eduardo Bolsonaro pedindo a Trump que soltasse o pai, Jair Bolsonaro.
Ele chamou o gesto de “covarde” e disse que representa interferência estrangeira no Brasil.
Ele disse que recorrerá à OMC, ao BRICS e aplicará a Lei de Reciprocidade Econômica.



