“Enquanto ainda tenho cognição”: diagnosticado com doença rara, Lito aparece de cadeira de rodas e faz desabafo; Veja vídeo

Karolina Silva
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Lito falou pela primeira vez em vídeo sobre o diagnóstico da doença de Creutzfeldt-Jakob e sobre como tem enfrentado a condição. O depoimento foi divulgado nesta quarta-feira (26) e mostra o paciente em uma cadeira de rodas, com dificuldades para movimentar as mãos.

Durante o relato, ele falou sobre o momento em que recebeu o diagnóstico e destacou que continua mantendo esperança diante da situação. Segundo Lito, a batalha ainda não terminou e ele pretende seguir buscando alternativas de tratamento.

Doença rara e de evolução rápida

Lito foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição rara, sem cura conhecida e de evolução rápida. A doença compromete funções cognitivas e movimentos do paciente.

No caso dele, os primeiros sintomas atingiram principalmente a parte motora. Apesar das dificuldades de movimentação, Lito mantém a cognição, uma característica que, segundo o relato, diferencia seu quadro de grande parte dos pacientes.

Família busca novas alternativas

Após o diagnóstico, Lito já procurou oportunidades para participar de tratamentos experimentais. Agora, os esforços da família estão concentrados na tentativa de conseguir acesso a medicamentos por meio do chamado uso compassivo.

A estratégia busca uma alternativa diante da evolução da doença e da necessidade de encontrar possibilidades de tratamento. A família continua mobilizada para tentar viabilizar o acesso aos medicamentos.

Fé e esperança durante o tratamento

No vídeo, Lito também falou sobre a forma como tem enfrentado o momento. Ele afirmou que, apesar de ser um homem ligado à ciência, também mantém sua fé e acredita que a situação ainda pode ter novos desdobramentos.

O depoimento marcou a primeira vez em que ele falou publicamente, de maneira pessoal, sobre a doença e sobre sua rotina desde o diagnóstico.

Enquanto enfrenta as limitações provocadas pela condição, Lito segue acompanhado pela família, que busca alternativas para o tratamento e mantém os esforços para conseguir acesso aos medicamentos por uso compassivo.

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