Apontado pela Polícia Civil do Distrito Federal como líder de uma organização criminosa especializada na transmutação, cultivo, colheita e distribuição de sementes de maconha, Renato Mendes Brasileiro, 29 anos, é estudante de direito em Governador Valadares (MG).
O grupo é alvo da Operação Breeder, deflagrada na manhã desta terça-feira (27/2). Os agrônomos da maconha chegavam a faturar R$ 2 milhões mensais com venda de sementes “gourmetizadas” para clientes em todos os estados do país e no Distrito Federal.
Durante as buscas, os investigadores apreenderam grande quantidade de entorpecente, dinheiro e documentos. Até a última atualização da reportagem, seis pessoas já haviam sido presas e uma arma de fogo apreendida.
A Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) cumpriu, ainda, mandados de busca e apreensão no município de Governador Valadares, em Minas Gerais, além de outras três determinações judiciais em Samambaia e Águas Claras.
A organização criminosa operava como um grande banco de sementes, impulsionado por uma estrutura bem-definida, com plataforma de venda digital, produtores cooperados que trabalhavam em um formato de startup, além de maquinário para separação das sementes.
O negócio criminoso ainda contava com um esquema para lavagem do dinheiro amealhado com o tráfico.
Os agrônomos da maconha chegavam a faturar R$ 2 milhões mensais com venda de sementes “gourmetizadas” para clientes em todos os estados do país e no Distrito Federal.
Durante as buscas, os investigadores apreenderam grande quantidade de entorpecente, dinheiro e documentos. Até a última atualização da reportagem, seis pessoas já haviam sido presas e uma arma de fogo apreendida.
A Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) cumpriu, ainda, mandados de busca e apreensão no município de Governador Valadares, em Minas Gerais, além de outras três determinações judiciais em Samambaia e Águas Claras.
A organização criminosa operava como um grande banco de sementes, impulsionado por uma estrutura bem-definida, com plataforma de venda digital, produtores cooperados que trabalhavam em um formato de startup, além de maquinário para separação das sementes.
O negócio criminoso ainda contava com um esquema para lavagem do dinheiro amealhado com o tráfico. Além disso, a investigação apontou que a organização promovia cursos e treinamentos sobre cultivo de maconha, atraindo interessados de diversas regiões. A polícia monitorava o grupo há meses, utilizando interceptações telefônicas e infiltrações, o que culminou na operação de grande escala. A ação da Cord destaca-se pela sua abrangência e pelo impacto significativo no combate ao tráfico de drogas na região.
Via Metrópoles









