Cliente flagra larvas dentro de recipiente que armazena ketchup em McDonald’s de Cuiabá; veja vídeo

Vovô de Olho Vídeo principal

Uma cliente flagrou larvas vivas dentro de um dispenser de ketchup no McDonald’s da Avenida do CPA, em Cuiabá, na segunda-feira (29). Ela gravou a cena em vídeo e alertou os consumidores no local:

“Gente, quem vem nesse Mequi, pelo amor de Deus, não pega esse negócio. Meu Deus.”

A gravação rapidamente viralizou nas redes sociais. Milhares de internautas reagiram com indignação e deboche. Alguns ironizaram a situação com frases como “Já vem com proteína”, enquanto outros cobraram fiscalização: “E a vigilância sanitária, vai fazer o quê?”.

Imagens colocam em xeque a higiene da unidade

O vídeo mostra claramente as larvas se movimentando dentro do dispenser, indicando falhas graves na limpeza e na manutenção do equipamento. Segundo normas da Anvisa, estabelecimentos que manipulam alimentos devem higienizar todos os utensílios e equipamentos com frequência e rigor.

Especialistas explicam que esse tipo de contaminação geralmente ocorre por falta de higienização contínua ou armazenamento inadequado. A presença de larvas sugere que o dispenser ficou exposto por tempo prolongado sem limpeza adequada.

McDonald’s não se pronuncia e imagem da marca sofre desgaste

A rede McDonald’s ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso até o momento. O silêncio da empresa intensifica a repercussão negativa e levanta dúvidas sobre os protocolos de segurança alimentar adotados pela franquia em Cuiabá.

Com milhares de visualizações nas redes, o caso ganhou destaque nacional e pode gerar impactos significativos na confiança do consumidor.

Perguntas frequentes

Tem larvas no ketchup do McDonald’s de Cuiabá?

Sim. Uma cliente gravou larvas dentro do dispenser de ketchup na unidade da Avenida do CPA.

O McDonald’s se pronunciou sobre o caso?

Não. Até agora, a rede não divulgou nota oficial sobre o ocorrido.

A Vigilância Sanitária pode multar o McDonald’s?

Sim. O órgão pode fiscalizar, aplicar multas e até interditar a unidade, se confirmar irregularidades.

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