Júlio Campos chama Flávia Moretti de “psicopata” e critica ataques à sua família

O deputado estadual Júlio Campos (União) reagiu aos ataques feitos pela pré-candidata à Prefeitura de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), chamando-a de “psicopata”, “fragilizada” e “desesperada”. Durante uma entrevista concedida no dia 14 de agosto, Campos respondeu às críticas direcionadas tanto à sua família quanto ao atual prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), de quem é padrinho político. As declarações de Júlio ocorreram após Flávia criticar o legado da família Campos e a gestão municipal atual.

Júlio Campos critica estratégia de Flávia Moretti

Segundo o deputado, Flávia Moretti está perdendo tempo ao focar seus ataques na sua família e em Kalil Baracat, em vez de apresentar propostas concretas. Ele afirmou que nenhum membro da família Campos está concorrendo nas próximas eleições municipais, e que a pré-candidata deveria, portanto, concentrar seus esforços em discutir soluções para os problemas da cidade. “Embora Flávia seja uma advogada brilhante e preparada, ela está desperdiçando energia em ataques, em vez de focar em propostas reais para Várzea Grande”, ressaltou Campos.

Além disso, o deputado afirmou que Flávia está politicamente fragilizada, com baixa aceitação popular. Segundo ele, essa situação faz com que a pré-candidata adote uma postura de “desespero”, tentando angariar apoio por meio de críticas. Por outro lado, Campos elogiou Kalil Baracat, afirmando que o atual prefeito possui maior credibilidade e uma base sólida de apoio.

Defesa da gestão de Kalil Baracat

Apesar de reconhecer que a gestão de Kalil enfrenta desafios, como a falta d’água em alguns bairros, Júlio Campos assegurou que a administração está resolvendo essas questões. Ele destacou que Kalil possui propostas concretas e, portanto, tem 90% de chances de ser reeleito, em comparação com a baixa aceitação de Flávia Moretti.

Resposta às críticas pessoais

Ao responder a um vídeo divulgado por Flávia Moretti, que critica sua gestão como prefeito na década de 1970, Campos a chamou de “psicopata”. Ele argumentou que a realidade de Várzea Grande era completamente diferente naquela época, quando a cidade tinha apenas 15 mil habitantes, em comparação com os 315 mil atuais, e sugeriu que a pré-candidata está fora da realidade.

Fabio Olavarria

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