Juiza é ameaçada por detendo durante audiênica on-line; veja vídeo

Perrengue Mato Grosso

Um preso por tráfico de drogas causou indignação e preocupação durante audiência de custódia em Lavras (MG), nesta semana. Sullivan Luiz Carlos, que havia deixado a prisão dois dias antes, se declarou “inimigo número 1 do Estado” e fez ameaças diretas à Juiza, contra o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública.

Veja vídeo:

Detento solto há dois dias volta ao crime

Sullivan Luiz Carlos acabou sendo preso em flagrante no dia 3 de junho, após efetuar disparos de arma de fogo e ser encontrado com 12 cigarros de maconha. Ele havia deixado a prisão apenas dois dias antes, onde cumpria pena por porte ilegal de arma. Durante audiência de custódia, ele não demonstrou arrependimento e afirmou: “Quantas vezes for preciso eu ir pra biqueira, eu vou. Eu sou inimigo número 1 de vocês”.

Ameaças diretas à juíza, promotor e defensora enviam vídeo às autoridades

Durante a sessão conduzida pela juíza Patrícia Narciso Alvarenga, Sullivan fez diversas ameaças contra o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública. Ele declarou que o Estado “tem é que se f****” e disse estar disposto a “colocar a cara e dar disparo”. A juíza entendeu as falas como ameaças graves e ordenou o envio do vídeo às autoridades policiais, além de converter a prisão em flagrante em preventiva.

TJMG aciona Gabinete de Segurança após ameaças

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que adotou medidas de segurança para proteger a magistrada e os demais envolvidos. O comportamento de Sullivan foi classificado como “beligerante e afrontoso”, e sua reincidência indica alto risco de novos delitos.

Perguntas frequentes:

Que medidas o TJMG adotou após as ameaças?

Reforçou a segurança da juíza e acionou o Gabinete de Segurança Institucional.

O queo detento declarou durante a audiência?

Ele se disse “inimigo número 1 do Estado” e ameaçou instituições públicas.

O que a Juiza fez após as ameaças?

Decretou a sua prisão preventiva pela reincidência criminal e pelas ameaças feitas durante a audiência.

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