A morte de três jovens argentinas, Brenda Castillo (20 anos), Morena Verri (20 anos) e Lara Gutiérrez (15 anos), tem gerado indignação e medo em todo o país. Seus corpos, encontrados esquartejados em uma casa ligada a uma organização criminosa, foram uma das consequências de um crime brutal transmitido ao vivo nas redes sociais, o que chocou não só a Argentina, mas o mundo inteiro.
A última vez em que viram as três jovens com vida veja vídeo:
O assassinato transmitido ao vivo
O caso, que ocorreu na região metropolitana de Buenos Aires, envolveu a tortura e morte das jovens, sendo o crime filmado e transmitido para um pequeno grupo de cúmplices. Segundo o secretário de Segurança de Buenos Aires, Javier Alonso, aproximadamente 45 pessoas assistiram ao assassinato em tempo real. Durante a transmissão, um dos criminosos teria dito: “Isso acontece com quem rouba minhas drogas”. A violência foi extrema: as jovens foram brutalmente espancadas, esfaqueadas e desmembradas, com alguns membros e partes do corpo mutilados antes da morte.
A motivação do crime e o tráfico de drogas
A principal linha de investigação sugere que o assassinato foi motivado por uma vingança ligada ao tráfico de drogas. Um dos rumores que circula é que uma das vítimas teria roubado uma grande quantia de cocaína e dinheiro de um traficante, o que teria provocado a ordem de morte. De acordo com a polícia, viram as jovens pela última vez em um posto de gasolina, antes dos criminosos sequestrá-las e levá-las até a casa onde encontraram seus corpos.
Prisões e o avanço da investigação
Até agora, 12 pessoas acabaram presas, incluindo homens e mulheres ligados ao tráfico de drogas. A polícia segue investigando o caso e acredita que ainda há mais envolvidos. Entre os detidos, estão cidadãos peruanos, o que indica a possível participação de uma organização criminosa internacional.
Perguntas frequentes:
Sim, um pequeno grupo de cúmplices transmitiu a cena, como parte de um acerto de contas relacionado ao tráfico de drogas.
A principal linha de investigação aponta que quem ordenou o crime era um traficante foragido, chefe de uma organização criminosa.
Doze pessoas, incluindo envolvidos diretamente no crime, mas a polícia ainda investiga outros possíveis culpados.



