Câmeras de monitoramento capturaram o momento exato em que um jovem motociclista caiu no asfalto ao tentar empinar a moto, popularmente conhecida como “grau”, no Jardim do Estádio, em Santo André, no ABC Paulista. Logo depois da queda, seus colegas, que seguiam atrás, correram para ajudá-lo, verificando se ele estava bem e levantando a motocicleta tombada. Assim, a ação rápida evitou consequências mais graves, mas chamou a atenção de quem passava pela rua naquele momento.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) September 2, 2025
Moradores relatam perigo constante
Além disso, moradores da região afirmam que a rua se tornou um ponto frequente de encontro de motociclistas para manobras radicais. Segundo eles, a prática coloca pedestres e motoristas em risco, e casos semelhantes já ocorreram anteriormente. “É muito perigoso para quem passa a pé ou dirige. Já tivemos vários sustos”, comentou um morador, pedindo anonimato. Portanto, a preocupação da comunidade não se limita a um único incidente, mas reflete um problema contínuo de segurança urbana.
Perigos e consequências das manobras radicais
Especialistas em segurança viária explicam que empinar a motocicleta aumenta significativamente o risco de acidentes graves. Além disso, instrutores de pilotagem alertam que, mesmo pilotos experientes, podem perder o controle da moto, provocando fraturas, traumatismos cranianos e outras lesões sérias. Estudos de órgãos de trânsito mostram que, consequentemente, jovens que realizam manobras em vias públicas não apenas aumentam suas chances de acidentes, mas também colocam terceiros em perigo. Por isso, a atenção e a prevenção se tornam fundamentais.
Medidas preventivas e alternativas
Por outro lado, moradores e especialistas sugerem algumas medidas para reduzir o risco. Eles recomendam, por exemplo, a instalação de barreiras físicas, câmeras adicionais e campanhas educativas sobre pilotagem segura. Além disso, a criação de espaços específicos para a prática de manobras permitiria que os jovens continuassem se divertindo, mas sem expor a população local a perigos desnecessários. Até que essas medidas se tornem realidade, os motociclistas continuam realizando manobras na região, mantendo o risco elevado e intensificando a preocupação da comunidade.
Perguntas frequentes
Eles buscam adrenalina, sensação de liberdade e reconhecimento social, ignorando os riscos.
Fraturas nos braços e pernas, traumatismos cranianos e escoriações são os mais comuns.
Atualmente, não há pista oficial, mas projetos para espaços seguros já estão em discussão.





