Uma jovem causou sensação entre seus seguidores ao aplicar uma técnica de educação positiva, tradicionalmente usada com crianças, em seu ambiente de trabalho. No vídeo viral, Jennifer questiona seu chefe: “Você quer dois dias de folga ou um atestado de cinco dias?”. Surpreso, o chefe escolhe os dois dias de folga, arrancando risos e comentários bem-humorados dos internautas.
A técnica de educação positiva, que se baseia nos princípios da psicologia positiva, visa promover bem-estar e fortalecer habilidades socioemocionais. Originalmente desenvolvida para contextos educacionais, essa abordagem tem mostrado eficácia em melhorar o engajamento e a satisfação tanto em escolas quanto em ambientes corporativos.
A psicologia positiva, iniciada por Martin Seligman e Mihaly Csikszentmihalyi na década de 1990, enfoca o estudo científico das qualidades e virtudes humanas que permitem indivíduos e comunidades a prosperarem. Em escolas, essa metodologia tem sido usada para aumentar a concentração, dedicação e vigor dos estudantes, conforme estudos realizados em instituições públicas e privadas. Características como gratidão, curiosidade e resiliência são cultivadas para melhorar o desempenho e o bem-estar dos alunos (SciELO) (Psicologia Positiva).
No ambiente corporativo, a aplicação de técnicas de educação positiva pode ajudar a promover um clima organizacional mais saudável e produtivo. Práticas como oferecer escolhas positivas, reconhecer esforços e incentivar uma comunicação aberta são componentes essenciais dessa abordagem. Empresas que adotam esses princípios observam melhorias no moral dos funcionários, maior colaboração e um aumento geral na satisfação no trabalho.
O vídeo de Jennifer é um exemplo interessante de como essas técnicas podem ser adaptadas para diferentes contextos, demonstrando que métodos baseados na psicologia positiva não são exclusivos para a educação infantil, mas podem também transformar dinâmicas no local de trabalho. A recepção positiva do chefe e dos espectadores sugere que tais abordagens inovadoras têm potencial para criar ambientes de trabalho mais felizes e produtivos.
Ao trazer humor e opções positivas para a mesa, Jennifer exemplificou como a educação positiva pode romper barreiras tradicionais e oferecer novas soluções para desafios cotidianos, promovendo uma cultura de bem-estar e cooperação.






