Na noite de quinta-feira, 18 de setembro, a cidade de Cáceres, situada a 225 km de Cuiabá, testemunhou um crime brutal que chocou a população local. Luiz Antônio Balestrin de Almeida, de 18 anos, foi sequestrado, torturado e morto a tiros por membros de uma facção criminosa, em um crime orquestrado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). O homicídio ocorreu no bairro Joaquim Murtinho e gerou grande comoção na região.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) September 19, 2025
O sequestro e o crime
Por volta das 21h45, a Polícia Militar recebeu um chamado sobre o sequestro nas proximidades da rua Esperança, no bairro Joaquim Murtinho. Ao chegarem ao local, os policiais ouviram disparos e avistaram dois homens fugindo. A perseguição começou imediatamente, com os suspeitos fugindo de bicicleta e, em seguida, a pé. Durante a fuga, a polícia capturou um dos criminosos enquanto ele tentava se esconder em um terreno baldio.
O depoimento do suspeito
Durante o depoimento, o criminoso preso confessou a participação no sequestro e revelou que, juntamente com seu comparsa, raptou Luiz Antônio a mando do PCC. Ele ainda contou que ambos viajaram de Pontes e Lacerda até Cáceres com a missão de matar a vítima. O assassinato ainda não tem seu motivo totalmente esclarecido, mas sabe-se que a facção criminosa tinha Luiz Antônio como alvo.
A investigação e prisão dos suspeitos
Após prender o primeiro criminoso, a Polícia Civil deu continuidade à investigação. A polícia enviou o corpo de Luiz Antônio ao Instituto Médico Legal (IML) para a necropsia e para confirmar a causa da morte. Junto ao suspeito preso em flagrante, os agentes continuam as buscas pelo comparsa envolvido no crime. A ação rápida da Polícia Militar foi crucial para capturar um dos criminosos e evitar que o caso ficasse impune.
Perguntas frequentes
O crime foi orquestrado por uma facção criminosa, o PCC, mas o motivo exato do assassinato ainda não foi totalmente esclarecido.
Durante uma perseguição após ouvir disparos, os policiais flagraram dois suspeitos fugindo e conseguiram prender um deles ao tentar se esconder em um terreno.
O assassinato foi cometido por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das facções mais conhecidas do Brasil.



