Policiais penais prenderam uma jovem de 25 anos no sábado (20), na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, após ela tentar entrar com droga escondida nas partes íntimas. A mulher chegou à unidade por volta do meio-dia para visitar um detento do raio 07. Durante a revista obrigatória, o body scanner identificou uma imagem suspeita em sua região íntima.
As agentes questionaram a visitante sobre a mancha escura que apareceu no equipamento. Ela admitiu que levava material ilícito e, sem resistência, retirou um invólucro lacrado com substância semelhante à maconha.
Policiais efetuam prisão imediata e encaminham suspeita à delegacia
Assim que confirmou o crime, a equipe deu voz de prisão à mulher. Os agentes a conduziram diretamente à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde registraram o boletim de ocorrência. A Polícia Civil assumiu o caso, e a suspeita segue à disposição da Justiça.
O material apreendido passará por perícia para confirmar o tipo e a quantidade da substância. A mulher pode responder por tráfico de drogas, conforme o artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, cuja pena varia de 5 a 15 anos de reclusão.
Governo reforça fiscalização com tecnologia nas penitenciárias
A Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso utiliza o body scanner como ferramenta essencial para barrar a entrada de drogas, celulares e armas dentro das unidades prisionais. Esse equipamento detecta objetos escondidos sob as roupas ou no corpo, sem contato físico.
Desde que instalou o scanner na PCE, o sistema penitenciário do estado aumentou a eficiência nas revistas e reduziu significativamente as tentativas de ingresso de ilícitos por visitantes.
Perguntas frequentes
Sim. Tentar levar droga para presídio é crime de tráfico e resulta em prisão imediata.
O body scanner identificou uma imagem suspeita na região íntima da visitante.
A pessoa é presa em flagrante, levada para a delegacia e pode responder na Justiça por tráfico.



