A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na manhã desta terça-feira (21), um homem de 18 anos investigado por armazenar material de abuso sexual de crianças e adolescentes em Nova Mutum. A Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) coordenou a terceira fase da Operação CESI-MT (Combate à Exploração Sexual Infantil). Policiais do Núcleo de Atendimento à Mulher e Vulneráveis da Delegacia de Nova Mutum apoiaram a ação. O Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Tangará da Serra expediu o mandado de prisão preventiva.
Os investigadores iniciaram o trabalho após identificarem indícios de armazenamento de arquivos contendo material de abuso sexual infantojuvenil na internet. Em seguida, a equipe reuniu informações, representou pelas medidas judiciais e avançou nas diligências. A Polícia Civil intensificou a investigação ao longo dos últimos meses, produziu provas técnicas e confirmou elementos suficientes para solicitar a prisão preventiva do investigado.
Investigação encontrou provas em dispositivos eletrônicos
A DRCI cumpriu, no início deste ano, um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito. Durante a ação, os policiais recolheram computadores, celulares e outros dispositivos eletrônicos para análise pericial.
Depois disso, os peritos analisaram os equipamentos e identificaram novos elementos que reforçaram a investigação. Com base nesse material, os investigadores solicitaram a prisão preventiva do suspeito. O Poder Judiciário acolheu o pedido e autorizou a nova fase da operação, que terminou com o cumprimento do mandado nesta terça-feira.
Operação também resultou em outra prisão
Durante a busca e apreensão realizada anteriormente, os policiais prenderam outro investigado em flagrante. Segundo a Polícia Civil, ele armazenava centenas de arquivos contendo material de abuso sexual de crianças e adolescentes.
Além disso, a DRCI continua investigando o caso para identificar possíveis envolvidos, descobrir a origem dos arquivos e verificar se os investigados mantinham ligação com grupos de compartilhamento desse tipo de conteúdo criminoso. A polícia também prossegue com a análise dos materiais apreendidos para ampliar a responsabilização dos envolvidos.



