Johnny Everson defende setor cultural, comenta operação e projeta mudanças para 2026 em Cuiabá; veja vídeo

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O secretário municipal de Cultura de Cuiabá, Johnny Everson, afirmou que o setor cultural não pode ser rotulado por causa de casos isolados envolvendo recursos públicos. Em entrevista ao MidiaNews, ele comentou a operação que afastou o vereador Chico 2000 por suspeita de desvio de emendas parlamentares e destacou que a maioria das instituições culturais […]

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O secretário municipal de Cultura de Cuiabá, Johnny Everson, afirmou que o setor cultural não pode ser rotulado por causa de casos isolados envolvendo recursos públicos. Em entrevista ao MidiaNews, ele comentou a operação que afastou o vereador Chico 2000 por suspeita de desvio de emendas parlamentares e destacou que a maioria das instituições culturais desenvolve projetos sociais relevantes.

Segundo Everson, embora existam situações irregulares em qualquer área da administração, grande parte das entidades culturais atua de forma séria e promove inclusão social. Ele ressaltou que muitos projetos trabalham com crianças, jovens e comunidades vulneráveis, oferecendo formação artística e oportunidades.

Estigma sobre a Cultura e uso de emendas

O secretário afirmou que a Cultura costuma sofrer impacto direto quando surgem investigações relacionadas a emendas parlamentares. Como o setor depende fortemente de verbas públicas para realizar eventos, oficinas e festivais, parte da opinião pública associa qualquer problema financeiro à área cultural.

Everson declarou que essa generalização prejudica produtores que cumprem regras e apresentam prestação de contas regular. Ele defendeu que é necessário diferenciar condutas individuais de políticas públicas estruturadas.

No modelo brasileiro, recursos destinados à Cultura passam por mecanismos de controle e exigem transparência. A execução financeira envolve editais, contratos e fiscalização interna.

Diálogo com artistas e posicionamento político

Johnny Everson também comentou sua relação com a classe artística cuiabana. Ele afirmou que mantém diálogo com produtores, músicos e agentes culturais de diferentes correntes ideológicas.

Ao explicar sua decisão de caminhar politicamente com a direita, o secretário destacou que a gestão cultural precisa atuar de forma institucional. Segundo ele, a Pasta prioriza planejamento, organização administrativa e metas objetivas.

A diversidade política dentro do meio cultural, segundo Everson, não impede a construção de agendas comuns voltadas ao fortalecimento do setor.

Planos para 2026 e aniversário da capital

O secretário detalhou metas para 2026, incluindo ajustes internos na Secretaria e ampliação de eventos. Ele mencionou a intenção de trazer atrações nacionais para o aniversário de Cuiabá.

Grandes eventos culturais costumam movimentar economia criativa, turismo e comércio local. A organização exige planejamento orçamentário e articulação com patrocinadores e parceiros institucionais.

Everson afirmou que a Secretaria busca consolidar a capital como referência regional em programação cultural.

Perguntas e respostas:

Por que o secretário se manifestou?
Ele comentou a operação que envolveu suspeita de desvio de emendas.

A Cultura depende de recursos públicos?
Sim. O setor utiliza emendas, editais e incentivos oficiais.

Há mudanças previstas para 2026?
Sim. A Pasta projeta ajustes internos e eventos de maior porte.

Fabíola Maria Costa Silva

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