A atacante brasileira Gio Queiroz Garbelini, do Atlético de Madrid, foi acusada de racismo durante partida contra o Tenerife, pela Copa da Rainha, na última terça-feira (17). O caso provocou a interrupção do jogo e levou a arbitragem a acionar o protocolo antirracismo, medida oficial adotada em competições europeias. Segundo registro em súmula, a acusação ocorreu aos 44 minutos do segundo tempo. A goleira do Tenerife, Noelia Ramos, afirmou que a brasileira teria se referido à jogadora Fatou Dembele com um termo considerado ofensivo durante uma discussão em campo. Após o episódio, a partida ficou paralisada por cerca de cinco minutos.
Protocolo antirracismo na Copa de la Reina: Gio Garbelini é a acusada de dirigir a ofensa a Fatou, do Tenerife, segundo a súmula. Tumulto começou no campo e continuou nos vestiários.
— Leonardo Bertozzi (@lbertozzi) March 17, 2026
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Protocolo antirracismo chama atenção no futebol europeu
A ativação do protocolo segue regras rígidas adotadas na Espanha. O procedimento prevê interrupção imediata, comunicação oficial e possível investigação disciplinar. Casos semelhantes têm gerado punições recentes no futebol europeu, incluindo suspensões e multas.
Silêncio das partes amplia expectativa por desdobramentos
Até o momento, Gio Queiroz e o Atlético de Madrid não se manifestaram publicamente. A ausência de posicionamento aumenta a expectativa sobre possíveis esclarecimentos ou medidas internas.
Carreira consolidada contrasta com momento de crise
Gio Queiroz tem trajetória relevante no futebol. A atacante já atuou por clubes como Barcelona, Levante e Arsenal. Pela Seleção Brasileira, conquistou a Copa América em 2022 e 2025.
Perguntas e respostas:
Uma acusação de racismo levou à interrupção da partida.
A goleira Noelia Ramos, do Tenerife.
Não. Até agora, não houve posicionamento público.



