Um motorista atropelou e matou uma jaguatirica na Estrada da Guia, em Cuiabá. Um vídeo registrou o animal já sem vida no acostamento da via. O caso gerou indignação e reforçou denúncias de excesso de velocidade no trecho.
Motoristas que passaram pelo local flagraram a cena e compartilharam as imagens. O registro mostra a jaguatirica morta às margens da rodovia, sem qualquer sinal de resgate ou intervenção imediata das autoridades.
Moradores da região denunciaram a recorrência de casos semelhantes. “Motoristas trafegam em velocidade altíssima e não respeitam a fauna”, afirmou uma internauta, ao relatar a frequência de atropelamentos no local.
Ação humana ameaça equilíbrio do Cerrado
O atropelamento eliminou um predador importante do Cerrado. A jaguatirica exerce papel essencial no controle de outras espécies e na manutenção do equilíbrio ambiental.
A expansão urbana e o aumento do fluxo de veículos intensificam os riscos para animais silvestres. Condutores ignoram sinalizações ou trafegam acima do limite permitido, o que eleva o número de mortes nas rodovias de Mato Grosso.
Especialistas cobram ações concretas. O poder público precisa instalar redutores de velocidade, reforçar a sinalização e implantar passagens de fauna para reduzir os impactos ambientais.
Falta de controle agrava mortes de animais
O caso revela falhas na gestão das rodovias e na educação no trânsito. Motoristas desrespeitam limites e ignoram a presença de animais silvestres.
Autoridades exigem que o motorista comunique o atropelamento. O condutor que omite o fato ou abandona o local pode enfrentar penalidades mais severas.
A combinação de alta velocidade, falta de sinalização adequada e rodovias que cortam áreas naturais aumenta os atropelamentos.
O condutor deve sinalizar o local e acionar órgãos ambientais ou a polícia para registro e providências.
Pode ser, especialmente se houver imprudência. A lei prevê multa e até detenção em casos de dano à fauna.




