Irmão da “Missionária do CV” e outros três homens morrem após confronto com a Força Tática em VG; veja vídeo

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Quatro homens morreram durante um confronto com policiais militares da Força Tática na manhã desta sexta-feira (6), na região do Trevo do Lagarto, na BR-070, saída de Várzea Grande para Cáceres, em Mato Grosso. Entre os mortos está um homem conhecido como “Bundinha”, apontado como irmão de Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, conhecida como “Missionária do CV”.

Policiais identificam veículo suspeito durante patrulhamento

Segundo a Polícia Militar, uma equipe da Força Tática realizava rondas pela BR-070 quando identificou um veículo cujos ocupantes apresentavam comportamento suspeito. Diante da situação, os militares decidiram abordar o carro para verificar as circunstâncias e identificar os quatro homens.

Conforme o relato policial, os ocupantes reagiram à tentativa de abordagem e atiraram contra a equipe. Os militares revidaram imediatamente, dando início a uma troca de tiros na região do Trevo do Lagarto, um dos principais acessos entre Várzea Grande e Cáceres.

Troca de tiros termina com quatro mortes

Durante o confronto, os disparos atingiram os quatro ocupantes do veículo. Segundo as informações iniciais, todos sofreram ferimentos graves e morreram. A ocorrência mobilizou os procedimentos de investigação para esclarecer as circunstâncias da abordagem e da reação dos envolvidos.

As equipes responsáveis encaminharão os corpos ao Instituto Médico Legal (IML), onde os profissionais realizarão exames periciais e procedimentos de identificação. Até o momento, as autoridades não divulgaram os nomes completos dos quatro mortos nem apresentaram todos os detalhes sobre a dinâmica do confronto.

Revólver banhado a ouro chama atenção durante apreensão

Após o confronto, os policiais militares apreenderam quatro armas de fogo que, segundo a corporação, estavam com os homens. O material inclui uma pistola e três revólveres. Um dos revólveres chamou atenção por apresentar acabamento banhado a ouro.

A Polícia Civil investigará a origem das armas, as circunstâncias da troca de tiros e a possível participação dos envolvidos em outras atividades criminosas. Além disso, os peritos poderão analisar os armamentos e os vestígios encontrados no local para esclarecer a sequência dos disparos.

Irmão da “Missionária do CV” acumulava mais de 60 passagens criminais

Entre os mortos, a Polícia Militar identificou um homem conhecido pelo apelido de “Bundinha”. Conforme a corporação, ele acumulava mais de 60 passagens criminais. Entretanto, a informação não esclarece quantas dessas ocorrências resultaram em condenações judiciais.

O homem seria irmão de Rhavenna Barcelos Cabeça de Almeida, conhecida como “Missionária do CV”. Ela permanece na prisão desde julho de 2026, sob suspeita de envolvimento com o Comando Vermelho. O parentesco, por si só, não comprova qualquer participação do homem nas atividades que as autoridades investigam contra a irmã.

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