Matías Roitberg, um jovem estudante de medicina de 25 anos, passou por uma situação inusitada e preocupante ao descobrir que constava como “morto” no Sistema Único de Saúde (SUS). O argentino, que vive no Brasil há mais de uma década, estuda na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e só percebeu o erro durante um procedimento rotineiro.
O erro que surpreendeu o estudante
Na última quinta-feira (4/9), Matías foi ao posto de saúde para retirar sua carteira de vacinação, um documento fundamental para o acompanhamento de imunizações. Para sua surpresa, ao tentar emitir a carteira, o sistema indicou que ele estava “falecido”. A notícia deixou o jovem chocado e o levou a buscar explicações junto ao SUS para corrigir o engano.
Consequências do registro incorreto
Esse tipo de erro pode gerar uma série de complicações para os cidadãos, como impedimento no acesso a serviços de saúde, dificuldades para marcar consultas e até problemas em situações emergenciais. Felizmente, após a constatação do problema, a equipe responsável pelo sistema corrigiu o registro e Matías pôde atualizar sua carteira de vacinação normalmente.
A importância da conferência de dados no SUS
Casos como o de Matías reforçam a necessidade de aprimorar o controle e a conferência dos dados no sistema público de saúde. O SUS atende milhões de brasileiros e estrangeiros, e informações equivocadas podem prejudicar diretamente o atendimento e a vida das pessoas. O estudante de medicina alertou amigos e colegas para que fiquem atentos a possíveis erros em seus cadastros.
O episódio, apesar do susto, terminou de forma positiva, mas serve como alerta para os órgãos responsáveis melhorarem a qualidade e a segurança dos dados dos usuários do SUS.
Perguntas e respostas
É um estudante argentino de medicina na UFRJ, com 25 anos.
Ao tentar retirar a carteira de vacinação no posto de saúde.
Sim, o sistema corrigiu o registro e ele conseguiu emitir a carteira.



