A Polícia Militar prendeu a influenciadora digital Maria Eduarda Culca no dia 6 de março, no bairro Jardim Itália, sob suspeita de integrar um esquema de estelionato. Dias depois, ela reapareceu nas redes sociais, negou participação no crime e contestou a versão divulgada inicialmente.
Maria Eduarda afirmou que terceiros a expuseram de forma sensacionalista. Ela declarou que não participou de nenhuma ação criminosa e que apenas esteve “no lugar errado, na hora errada”. A influenciadora também explicou que ficou sem acesso ao celular após a abordagem policial.
Polícia detalha flagrante e dinâmica do crime
Policiais militares abordaram Maria Eduarda e José Gregório enquanto eles realizavam saques em um caixa eletrônico. Segundo o boletim de ocorrência, os dois admitiram que executavam retiradas de dinheiro sob orientação de terceiros e recebiam cerca de R$ 200 por operação.
Durante a abordagem, os agentes encontraram dinheiro em espécie e diversos cartões bancários com marcações. Os suspeitos explicaram que utilizavam os sinais para identificar cartões vinculados a operações com códigos QR enviados remotamente, o que indica possível organização do esquema.
Investigação identifica suspeita foragida
A Polícia Civil identificou Andressa Vitória como possível articuladora do esquema. Até o momento, equipes não localizaram a suspeita. Em um imóvel ligado a ela, investigadores apreenderam celulares, rádios comunicadores, drone, dinheiro e documentos.
As autoridades seguem com diligências para identificar outros envolvidos e mapear a extensão da fraude. A polícia apura se o grupo atuava em rede e se movimentava valores em diferentes regiões de Mato Grosso.
Influenciadora contesta narrativa e repercussão cresce
Maria Eduarda utilizou os stories do Instagram para rebater a versão policial e pediu cautela aos seguidores. Ela afirmou: “Não acreditem em tudo que vocês veem na internet”. A influenciadora reforçou que não permaneceu presa após a ocorrência.
É obter vantagem ilegal ao enganar alguém, geralmente por fraude, com prejuízo financeiro à vítima.
Sim. O uso indevido pode configurar estelionato ou fraude eletrônica, com pena de reclusão e multa.
Pode ser. Se houver ligação com fraude ou golpe, a pessoa pode responder por estelionato ou participação criminosa.





