Um relato emocionado tomou conta das redes sociais.
O influenciador Emilliano denunciou dificuldades para importar medicamento.
Uma cobrança alta da Receita Federal acabou gerando indignação.
O influenciador Emilliano publicou um desabafo nas redes sociais após ser taxado em aproximadamente R$ 8,5 mil ao retornar do Japão com medicamentos usados no tratamento de um problema grave de pele. Durante o vídeo, o influenciador apareceu emocionado ao relatar os custos enfrentados para manter o tratamento.
Foto/ Vídeo: @emilliano___
Segundo Emilliano, o medicamento utilizado custa cerca de R$ 12 mil por aplicação no Brasil e precisa ser usado duas vezes ao mês, elevando o custo mensal para aproximadamente R$ 24 mil.
Após orientação de uma amiga médica, a compra do medicamento acabou sendo realizada no Japão, onde cada aplicação teria sido encontrada por cerca de R$ 2 mil.
Influenciador afirmou que condição piorou
Durante o relato, Emilliano afirmou conviver com o problema de pele há muitos anos.
Segundo ele, a situação acabou piorando significativamente no último ano, tornando o tratamento indispensável para garantir qualidade de vida.
A compra no exterior foi feita para garantir medicação suficiente para três meses de uso contínuo.
O influenciador também destacou que a família ajudou financeiramente na viagem e na aquisição do remédio.
Taxa gerou prejuízo e perda de voo
Ao desembarcar no Brasil, uma taxa de cerca de R$ 8,5 mil acabou sendo aplicada sobre os medicamentos trazidos do exterior.
Segundo Emilliano, os custos extras somados às despesas da viagem fizeram a família perder um voo de conexão para Porto Alegre.
No vídeo, críticas ao sistema tributário brasileiro também acabaram sendo feitas pelo influenciador durante o desabafo.
Caso viralizou nas redes sociais
O relato rapidamente ganhou repercussão entre internautas e gerou debates sobre acesso a medicamentos de alto custo no Brasil.
Mensagens de apoio passaram a ser enviadas ao influenciador por seguidores e pessoas que relataram enfrentar situações semelhantes.
As declarações também reacenderam discussões sobre impostos cobrados na importação de medicamentos considerados essenciais.






