A influencer digital canadense Alison Doyle, famosa por seu conteúdo fitness, causou um alvoroço nas redes sociais após compartilhar com seus seguidores, no dia 1º de agosto, que encontrou um morcego em seu vaso sanitário.
Veja vídeo:
Reproduç]ao: Tik Tok Alison Doyle pic.twitter.com/GHTCwFpBiL
— Perrengue2 (@perrengue2025) August 11, 2025
Primeiro contato com o morcego e a reação dos seguidores
No vídeo, Alison brincou dizendo: “primeira vez que preciso de um homem aqui” ao mostrar o animal no banheiro. Porém, logo após, ela revelou que havia tocado no morcego para verificar se ele estava vivo antes de dar descarga nele. O momento gerou um debate imediato sobre a necessidade de vacinação contra a raiva.
Muitos seguidores alertaram Alison sobre os riscos e recomendaram que ela procurasse um hospital, já que o contato com animais silvestres pode ser perigoso, principalmente quando se trata de morcegos.
O debate sobre a vacina contra a raiva
Após notar um arranhão em sua perna e não saber a origem do ferimento, Alison decidiu seguir as orientações dos seguidores e foi ao hospital. Especialistas explicaram que, embora as mordidas de animais sejam frequentemente associadas à necessidade da vacina contra a raiva, qualquer contato com animais silvestres, como morcegos, pode justificar a vacinação.
A infectologista pediátrica Sylvia Freire ressaltou que, no Brasil, geralmente aplicam a vacina após o ataque de um animal suspeito, com quatro doses administradas nos primeiros 14 dias.
Riscos da raiva e a importância da prevenção
Morcegos são responsáveis por mais da metade dos casos de raiva humana no Brasil entre 2010 e 2022. O médico veterinário Samuel Pinheiro explica que a raiva é uma doença viral com taxa de letalidade próxima a 100%, transmitida por mordidas, arranhões ou até lambidas em feridas abertas. Felizmente, quando as pessoas recebem o tratamento com vacina antes do aparecimento dos sintomas, as chances de cura aumentam consideravelmente.
Perguntas frequentes:
Ela tocou no morcego para verificar se estava vivo antes de dar descarga nele.
Principalmente por mordidas, mas também por arranhões ou lambidas em feridas abertas.
Se administrada corretamente antes dos sintomas aparecerem, a vacina tem altas chances de evitar a morte.



