Imagens mostram suspeito perseguido estudante da USP que foi assassinada; veja vídeo

Perrengue Mato Grosso

Bruna Oliveira da Silva, de 28 anos, saiu da zona oeste de São Paulo rumo à zona leste, utilizando o metrô. Ao desembarcar na estação Corinthians-Itaquera, ela seguiu sozinha por uma rua da Vila Carmosina. Em seguida, um homem começa a acompanhá-la. Inicialmente, ele caminha atrás dela. Porém, segundos depois, acelera o passo, claramente com o objetivo de se aproximar. Nesse momento, Bruna percebe a presença e vira a cabeça. Logo após, os dois desaparecem em um ponto cego da gravação.

Tentativa de fuga é interrompida à força

Quando as câmeras voltam a registrar a cena, a tensão se intensifica. Bruna tenta se afastar, mas o homem a segura pelo braço. A movimentação revela o exato instante em que a situação se transforma em uma agressão. Dias depois, na noite de quinta-feira, 17, a polícia encontra o corpo da jovem em um estacionamento da mesma região. Desde então, as autoridades intensificaram a busca pelo suspeito, que permanece foragido. A investigação segue em andamento, mas, até o momento, a identidade do homem ainda não foi oficialmente revelada.

Trajetória promissora interrompida pela violência

Bruna, além de formada em Turismo pela EACH-USP, havia conquistado uma vaga no mestrado em Mudança Social e Participação Política. Ou seja, ela representava uma juventude engajada e esperançosa. No entanto, sua história foi brutalmente interrompida por uma violência que, infelizmente, se repete nas grandes cidades brasileiras. A universidade, por meio de nota oficial, lamentou a morte da estudante. Ainda assim, o caso levanta questionamentos urgentes sobre segurança pública, proteção às mulheres e a efetividade da prevenção.

Perguntas frequentes

O que levou Bruna a confiar naquele caminho em um domingo à tarde?

A polícia investiga se Bruna pretendia encontrar alguém ou se foi surpreendida.

Como o agressor seguiu livre, mesmo após os primeiros sinais de ameaça?

A falta de policiamento e monitoramento em áreas periféricas agrava esses riscos.

De que forma a cidade pode evitar que histórias como essa se repitam?

Investir em políticas públicas, iluminação, monitoramento e educação preventiva pode, sim, salvar vidas.

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