Um motorista embriagado atropelou e matou Edna Jesus da Silva, de 68 anos, na noite de terça-feira (4), na BR-174, em Pontes e Lacerda. O impacto quebrou as pernas da vítima e causou um trauma grave na cabeça. O Corpo de Bombeiros resgatou Edna e a levou ao hospital, mas ela não resistiu aos ferimentos.
A tragédia reforça o alerta sobre os riscos da combinação entre álcool e direção e pressiona as autoridades por fiscalização mais rigorosa.
Câmeras registram o atropelamento
Edna caminhava pela rua com outra pessoa quando o motorista a atingiu. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do atropelamento e mostram o veículo em alta velocidade antes do impacto.
Após o acidente, o motorista permaneceu no local e acionou os bombeiros. O teste do bafômetro registrou 0,83 mg/L de álcool no sangue, índice muito acima do permitido por lei. A polícia prendeu o condutor e o encaminhou à delegacia.
Álcool e direção seguem causando tragédias
Acidentes com motoristas embriagados matam milhares de pessoas todos os anos no Brasil. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o álcool está presente em mais de 20% das mortes no trânsito.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê punição severa para quem dirige sob efeito de álcool. A lei determina prisão de seis meses a três anos, multa e suspensão da CNH. Quando há morte, a pena pode ser aumentada.
Perguntas frequentes
O motorista pode ser preso e responder por homicídio culposo ou doloso, dependendo do caso. Além disso, pode ter a CNH suspensa e pagar multa alta.
Nenhum! Qualquer quantidade de álcool no sangue já é infração, mas acima de 0,34 mg/L no bafômetro é crime.
A solução envolve blitze mais frequentes, penas mais severas e campanhas de conscientização sobre os riscos do álcool no trânsito.







