Uma idosa de 67 anos, precisou de assistência médica urgente devido a um mal-estar súbito. Sua família, desesperada, entrou em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em busca de ajuda, mas a experiência se mostrou frustrante e desesperadora.
Ao ligar para o SAMU, a neta da idosa, foi encaminhada a uma médica por telefone, que, para sua surpresa, afirmou que a idosa estava “normal” e sugeriu que ela chamasse um Uber e a levasse para o hospital. Diante da falta de alternativas, Ana teve que utilizar seu próprio veículo para conduzir sua avó até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima.
No entanto, ao chegar à UPA, foram informadas de que não poderia ser oferecido nenhum tipo de atendimento médico no local. Desesperada e sem saber o que fazer, ela solicitou ajuda ao Corpo de Bombeiros, que prontamente compareceu à residência da família para auxiliar no transporte da idosa. Felizmente, uma pessoa solidária, que também estava na UPA, ofereceu seu carro para levar a idosa a uma unidade médica adequada.
A revolta da família se deve ao fato de que, durante toda a situação, havia ambulâncias estacionadas no pátio da UPA, porém, nenhuma delas foi disponibilizada para atender a idosa. Tanto as orientações via telefone quanto o atendimento pessoal na UPA deixaram claro que não havia recursos ou disposição para oferecer o suporte necessário.
É importante ressaltar que a família da idosa não possui um veículo próprio, apenas uma moto, o que dificultou ainda mais a situação. Diante dessa experiência traumática, eles expressam sua indignação e exigem uma investigação para apurar as circunstâncias que levaram à falta de atendimento adequado e a ausência de ações efetivas para solucionar a emergência médica da idosa.
Agora, a família espera que essa situação lamentável seja esclarecida e que sejam tomadas medidas para evitar que outros cidadãos enfrentem a mesma angústia e desamparo em momentos de necessidade médica urgente.









