Na manhã da última sexta-feira (10/10), um caso revoltante aconteceu na Basílica de São Pedro, no Vaticano, Roma. Um homem subiu em cima do Altar de Consissão da Igreja e urinou. O episódio revoltou os presentes e fiéis de todo o mundo.
Veja vídeo:
Homem retirado pelos seguranças
Segundo relatos, era por volta das 9h, quando o caso aconteceu, ele subiu os degraus, abaixou as calças até os tornozelos e, sem pronunciar palavra, começou a urinar no chão. Rapidamente, seguranças foram até o local e retiraram o homem do altar, e depois o escoltaram para fora da igreja. Alguns vídeos do episódio viralizaram nas redes sociais, gerando forte repercussão.
Caso parecido aconteceu neste ano
Na mídia italiana, circula a informação de que o papa Leão XIV ficou “chocado” com a profanação, no entanto a Sala de Imprensa da Santa Sé ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Em fevereiro deste ano, um episódio semelhante aconteceu, um homem danificou seis candelabros do século XIX, avaliadoes em cerca de 30 mil euros no mesmo altar. E em 2023 um homem fez um protesto nu, com a frase “Save children of Ukraine”, ainda na mesma basília e sobre o altar.
Medidas legais referentes ao episódio
Segundo o Código de Direito Canônico, atos graves em locais sagrados que provoquem escândalo aos fiéis são considerados violações da santidade. Nesses casos, o culto público pode ser temporariamente suspenso até que um rito penitencial ou purificação litúrgica seja realizado. Segundo relatos o papa determinado que se realizasse um “rito reparador” para restaurar a santidade do altar, mas ainda não houve confirmaçãp sobre essa informação.
Perguntas frequentes:
Um homem subiu no altar da Basílica de de São Pedro, no Vaticano, abaixou as calças e urinou no altar.
Aparentemente, ele entrou desprevenido ou com falha na vigilância, escalando degraus até o altar.
Sim, atos de profanação podem configurar crime e infração canônica.



