Conhecido por episódios de violência e imprudência, o empresário Marllon Pezzin voltou a ganhar destaque na crônica policial de Mato Grosso após destruir o deck de um restaurante na Praça Popular, em Cuiabá, com um carro. No entanto, o ocorrido no último sábado (24) não representa um caso isolado. O histórico criminal de Pezzin mostra uma trajetória marcada por agressões, crimes de trânsito, investigações por lavagem de dinheiro e envolvimento com o tráfico.
Em 2022, Marllon protagonizou um grave acidente de trânsito durante um racha com outro Porsche em uma avenida de Cuiabá. A colisão violenta deixou um jovem em estado de coma, aumentando a indignação pública na época. Contudo, apesar da gravidade, o empresário permaneceu em liberdade.
Polícia investiga Marllon por tráfico e lavagem de dinheiro na Operação Hades
Além das passagens por violência doméstica e agressões em boates, Marllon também integra a lista de investigados da Operação Hades. A força-tarefa apura esquemas de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas em Mato Grosso. Então, fontes ligadas à investigação revelaram que o nome do empresário aparece em interceptações telefônicas e movimentações financeiras suspeitas, o que amplia o escopo de possíveis crimes além das ocorrências violentas.
Reincidência levanta debate sobre falhas na Justiça criminal
Após o episódio no Restaurante Haru, a sociedade voltou a se questionar sobre a impunidade diante de casos recorrentes. Mesmo com mais de 10 registros policiais, Marllon nunca cumpriu pena restritiva de liberdade de forma contínua. Dessa forma, o padrão de reincidência revela lacunas na atuação do sistema penal, que não impede novos delitos, mesmo diante de histórico robusto. Assim, frequentadores da Praça Popular, onde ocorreu o último ataque, afirmaram que o medo aumentou e cobram mais firmeza das autoridades.
Mais de 10, incluindo violência doméstica, racha, agressões e envolvimento com tráfico.
Sim, ele é investigado na Operação Hades, que apura lavagem de dinheiro e tráfico.
Apesar do histórico, ele nunca cumpriu pena longa e segue livre mesmo após crimes graves.



