A Polícia Militar prendeu, na tarde desta sexta-feira (10), Rafael Pendloski Torres, acusado de matar Raíssa Pereira da Silva, 24 anos, em Sinop. O crime ocorreu na quinta-feira (9). O próprio suspeito confessou o homicídio durante abordagem policial.
Equipes da Força Tática identificaram o homem por meio de imagens de câmeras de segurança. Os policiais localizaram o suspeito, efetuaram a prisão e o encaminharam à Central de Flagrantes. A Justiça mantém o investigado à disposição enquanto o caso avança.
Polícia encontra vítima e inicia perícia
Familiares estranharam a ausência de contato com Raíssa e acionaram a polícia. As equipes se deslocaram até a residência no bairro Jardim Primavera e encontraram a jovem morta sobre a cama, com uma toalha enrolada no pescoço.
A Polícia Civil isolou o local e acionou a Politec e o Instituto Médico Legal (IML). Os peritos iniciaram os trabalhos técnicos e recolheram evidências. A investigação busca esclarecer a motivação e as circunstâncias do crime.
Suspeito indica arma e relata discussão
Durante a abordagem, o suspeito indicou aos policiais a localização de uma garrucha calibre .22, guardada em uma gaveta. Os agentes apreenderam a arma e recolheram as roupas utilizadas no crime.
Em depoimento, Rafael afirmou que consumiu álcool e drogas com a vítima antes de iniciar uma discussão. A briga evoluiu para luta corporal. Ele declarou não lembrar o momento exato da morte. A perícia vai confrontar essa versão.
Homicídio qualificado ocorre quando o crime envolve agravantes, como motivo fútil, crueldade ou impossibilidade de defesa da vítima, aumentando a pena.
Não. A Justiça geralmente mantém a responsabilidade penal. Em alguns casos, o uso pode até agravar a situação do réu.
A polícia analisa imagens para identificar suspeitos, mapear rotas e confirmar horários, acelerando a investigação e a prisão.





