Ah não!!!
Um homem recebeu uma ligação e identificou se tratar de um golpe. Ele resolveu, então, dar corda ao golpista para mostrar a forma que ele age. No entanto, ele acabou caindo mesmo no golpe.
O golpista pergunta se o homem tem interesse em participar de um sorteio. Ele diz que sim, então o homem avisa que vai gerar o “número da sorte”. Após gerar esse código, ele pede que a vítima diga os números que estão na tela. Ao invés de passar números aleatórios, ele acaba passando os verdadeiros. Nesse momento, o WhatsApp é desconectado.
O golpe iniciou com uma proposta aparentemente inofensiva: a participação em um sorteio. A estratégia utilizada pelo golpista foi a criação de um cenário convincente que incentivasse a vítima a revelar informações críticas, neste caso, um “número da sorte” que, inadvertidamente, correspondia a dados sensíveis capazes de comprometer a segurança do aplicativo de mensagens da vítima.
Ao solicitar que a vítima fornecesse os números exibidos na tela, o golpista aplicou uma técnica comum de engenharia social, explorando a confiança e a curiosidade do interlocutor. O resultado foi a desativação do WhatsApp da vítima, provavelmente permitindo ao golpista assumir o controle da conta e possivelmente acessar informações pessoais ou realizar fraudes em nome do indivíduo.
Esse incidente serve como um lembrete crítico sobre a importância da cautela ao lidar com chamadas e mensagens de origens desconhecidas, especialmente quando solicitam informações pessoais ou ações que podem comprometer a segurança digital. Reforça também a necessidade de educação contínua sobre segurança na internet e as táticas frequentemente utilizadas por golpistas.
Via Metrópoles









